Em Rio Branco, grupo é condenado a mais de 90 anos por matar segurança de festa

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O conselho de sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri Popular da Comarca de Rio Branco, reunido na última terça-feira (26), condenou a penas as quais somadas totalizam mais de 91 anos de prisão os quaro homens acusados de assassinarem Jacilene Farias de Lima, morta aos 40 anos de idade, em maio de 2019.

A mulher foi morta com tiros na cabeça após um tiroteio em que os homens passaram de moto e atirando a esmo a fim de interromperem uma festa realizada numa casa de eventos no bairro Santa Maria, na rodovia AC 40, região do Segundo Distrito da Capital.

Jacilene trabalhava no local como segurança. Uma outra mulher também foi ferida na ocorrência, mas sobreviveu.

Os réus condenados foram Anderson Feitosa da Silva, Mateus do Nascimento Silva, Renan da Silva Oliveira e Valdinei Braga Rodrigues – três condenados com penas superiores a 20 anos de prisão e o último a pena de 18 anos. Eles responderam por homicídio qualificado, tentativa de homicídio e por integrar organização criminosa.

O promotor de Justiça Carlos Pescador, responsável pela denúncia contra os quatro réus, sustentou que eles foram ao local após receberem ordens de uma organização criminosa para acabarem com a festa, que estaria sendo promovida sob o patrocínio de uma facção rival.

Os homens então passaram de motos e abriram fogo a esmo contra as pessoas. “Eles queriam atingir qualquer pessoa, quem quer que fosse. O objetivo era acabar coma festa”, sustentou o promotor.

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