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Amazonas registra primeiro caso de “Fungo Negro”, doença letal que mata 55% dos infectados

Por Redação 31/05/2021 21:24 Atualizado em 31/05/2021 22:58
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Os agentes da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas informaram ontem (domingo, 30) que há a suspeita do primeiro caso de “fungo negro” no estado. A mucormicose tem sido a maior fonte de preocupações dos médicos indianos, pois a doença, associada à COVID-19, reduz drasticamente as chances de recuperação dos pacientes, levando-os à morte em poucos dias. Em algumas províncias indianas, o índice de óbitos de pessoas atingidas pelo fungo se aproxima dos 55% e, no país inteiro, já vitimou mais de 9 mil indivíduos.

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QUESTÃO SANITÁRIA – Conforme adiantou o jornalismo LEIA LUCAS, em matéria sobre o assunto publicada no dia 21 (sexta-feira), os médicos indianos detectaram que o surto da doença do fungo negro está associado ao uso exagerado de esteróides para combater a COVID-19 mas, também, pelo uso de água contaminada em cilindros de oxigênio, umidificadores de ar ou aparelhos de nebulização.

CASO DE MANAUS – O paciente suspeito de ter contraído a mucormicose em Manaus é um homem, de 56 anos, com histórico de diabetes tipo 2 que faz uso regular de insulina. Exames de sangue deram resultado negativo para COVID-19, mas amostras foram enviadas ao Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, para passar por avaliação mais criteriosa.

MUTILAÇÃO – Os sintomas da doença do fungo negro são: dores de cabeça, inchaço do rosto e febre. A maioria dos pacientes que consegue se salvar da mucormicose precisa passar por cirurgia e tem partes do corpo retiradas para evitar que a doença ataque órgãos vitais. No Uruguai já há ao menos um caso confirmado da doença.

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