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Em reunião na ONU, Brasil pede retirada de tropas na fronteira da Ucrânia

Por Redação 22/02/2022 12:56
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O Conselho de Segurança da ONU – órgão mais importante da entidade – se reuniu, na noite de segunda-feira (21), de forma emergencial para discutir a escalada da crise na Ucrânia.

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Desde janeiro de 2022, o Brasil ocupa uma cadeira como um dos países eleitos para os cargos rotativos no Conselho.

Em uma fala de cerca de 3 minutos e meio, o embaixador Ronaldo Costa Filho disse que o Brasil acompanha com “preocupação extrema” as últimas notícias envolvendo a Ucrânia.

“O Brasil vem acompanhando os últimos acontecimentos com preocupação extrema. Nas atuais circunstâncias, nós, neste Conselho, em representação da comunidade internacional, devemos reiterar os apelos à imediata desescalada e nosso firme compromisso de apoiar os esforços políticos e diplomáticos para criar as condições para uma solução pacífica para esta crise”, pediu o embaixador.

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Nesta segunda-feira (21), o presidente russo Vladimir Putin reconheceu a independência de duas áreas no leste ucraniano, e decretou o envio do exército russo para a região.

Costa Filho pediu a retirada das tropas e equipamentos militares que estão na fronteira entre os países.

“Um primeiro objetivo inevitável é um cessar-fogo imediato, com uma retirada abrangente de tropas e equipamentos militares em solo”, afirmou.

Além disso, ele reforçou um apelo para que as partes envolvidas na crise continuem dialogando com “espírito de abertura, compreensão, flexibilidade e senso de urgência pela paz”.

“Essa desmobilização militar será um passo importante para construir confiança entre as partes, fortalecer a diplomacia e buscar uma solução sustentável para a crise”, declarou o representante permanente do Brasil junto às Nações Unidas.

“Acreditamos firmemente que este Conselho deve cumprir sua responsabilidade central de ajudar as partes a se engajarem em um diálogo significativo e eficaz para alcançar uma solução que aborde efetivamente as preocupações de segurança na região. Não se enganem. No final do dia, estamos falando sobre a vida de homens, mulheres e crianças inocentes em solo”, concluiu o diplomata.

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