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Equipe da Polícia Militar do Acre surpreende garoto de 10 anos com aniversário inesquecível

Por Redação 17/11/2023 14:23 Atualizado em 17/11/2023 14:23
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Aniversários são momentos especiais, repletos de surpresas e memórias marcantes. Na última terça-feira (14), um garoto de 10 anos, residente no bairro Vanderley Dantas, em Rio Branco, teve uma experiência inesquecível graças à ação espontânea da equipe do soldado da Polícia Militar Victor Guerra.

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Durante o patrulhamento na região, a equipe deparou-se com um animado grupo de crianças que, diariamente, brincava na rua e sempre saudava os policiais. Ao abordá-los, os policiais descobriram que era o décimo aniversário de um dos garotos.

Conversando com o menino, a equipe percebeu que ele não havia recebido um bolo nem teria uma festa de aniversário. O soldado Victor Guerra recordou o momento: “Toda vez que a gente passa, eles gritam, pedem pra ligar a sirene e eu parei. Um deles falou que era o aniversário dele, e puxei conversa perguntando do bolo. Ele disse: ‘ah, tio, não tem bolo’. E pareceu um pouco triste, perguntei da festa e disse que também não teria”.

Movidos pelo desejo de tornar o dia do garoto mais especial, a equipe decidiu agir. O soldado teve a ideia de comprar um bolo e surpreender o aniversariante. “Falei para o meu sargento irmos no supermercado comprar um bolo e levar para o garotinho. Fomos ao mercado, compramos um bolo, vela e voltamos ao local”, explicou Guerra.

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Ao retornar, o grupo de crianças ainda estava na rua, brincando. O soldado desceu da viatura segurando o bolo, e o menino não conteve a emoção, começando a chorar. “Entreguei o bolo para ele, tinham umas quatro amiguinhas dele e, de repente, apareceu um monte de criança, começaram a filmar. Virou festa. Cantamos parabéns para ele, ligamos a sirene novamente. Foi algo sem pretensão, alegrou o dia dele”, compartilhou Guerra.

A equipe, composta também pelo sargento Paulo Pimentel e o soldado Jones, não teve contato com os pais do garoto. Após entregar o bolo, os policiais seguiram para o patrulhamento de rotina. Guerra concluiu: “Foi uma coisa bem rápida, não conversamos muito, foi sem pretensão e para alegrar o dia dele. Sempre tentamos ter esse contato com a criançada porque é nosso futuro. Não lembro o nome dele porque não é um nome comum”.

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