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Governo do Acre inaugura sede da Secretaria da Mulher, reforçando compromisso com os direitos e bem-estar feminino

Por Redação 21/11/2023 08:26 Atualizado em 21/11/2023 08:27
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Nesta terça-feira, às 15 horas, o governo do Acre realizará a inauguração da sede da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), localizada na Travessa João XXIII, nº 1137, Village Wilde Maciel, em Rio Branco. A estrutura, que inclui uma sala para acolhimento psicológico com espaço infantil, representa um marco na promoção dos direitos das mulheres no estado.

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A criação da sede da Semulher destaca a importância da pasta, que foi reimplantada no início de março, como um agente essencial na coordenação e fortalecimento de iniciativas voltadas para promover os direitos e o bem-estar das mulheres no Acre.

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, destaca que o espaço vai além de uma obra arquitetônica, sendo um local seguro e inclusivo para todas as mulheres do Acre. Ela enfatiza que a sede não é apenas uma construção física, mas um símbolo do compromisso do governador Gladson Cameli em proporcionar um ambiente onde as mulheres se sintam respeitadas, ouvidas e apoiadas. A expectativa é que a sede se torne um centro de referência na luta pelos direitos das mulheres.

A sede abrigará diversos serviços e programas, desde espaços para acolhimento inicial até cursos de capacitação profissional, criando um ambiente multifuncional que atende às diferentes necessidades das mulheres. A inauguração faz parte das mais de 80 ações integradas que serão realizadas nos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher.

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Os 21 dias de ativismo se alinham ao cenário internacional dos 16 dias de ativismo, começando em 25 de novembro, Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher, estendendo-se até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No contexto brasileiro, inicia-se em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, reconhecendo que as mulheres negras enfrentam violência tanto por sua condição de gênero quanto pelo racismo, sendo as maiores vítimas de feminicídio, representando 61,2% dos casos. Portanto, a campanha é ampliada para 21 dias.

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