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Após trágico acidente aéreo, identificação de última vítima se torna desafio insuperável

Por Redação 29/12/2023 16:49 Atualizado em 29/12/2023 16:49
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Dois meses após o trágico acidente aéreo que resultou na perda de 12 vidas em Rio Branco, as autoridades do Instituto Médico Legal (IML) concluíram os procedimentos de análise de DNA, porém, lamentavelmente, não conseguiram identificar conclusivamente o corpo de Francisco Eutimar, de 32 anos.

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Francisco Eutimar era o último passageiro do avião sob investigação e seu corpo permaneceu no IML durante todo o processo de análise. Apesar do uso de amostras de DNA fornecidas por familiares, a polícia técnico-científica não conseguiu identificar o material genético da vítima nos fragmentos analisados.

Originário de Eirunepé, um município localizado no interior do Amazonas, Francisco deixou um vazio na vida de seus entes queridos. O IML emitiu oficialmente um documento declarando a impossibilidade de identificação da vítima. Diante desse impasse, a família agora se vê obrigada a buscar a presunção de morte, uma medida que envolve a declaração oficial de falecimento de uma pessoa que desapareceu em circunstâncias que tornam improvável sua sobrevivência.

Para obter essa declaração, a família de Francisco Eutimar terá que acionar o sistema judiciário, enfrentando um processo que visa formalizar legalmente o falecimento do ente querido.

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