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Autoridades suspeitam que fugitivos acreanos possam estar armados com fuzil; Recompensa é oferecida pela PF

Por Redação 02/03/2024 08:55 Atualizado em 02/03/2024 08:55
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Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça, os dois acreanos que fugiram do presídio federal em Mossoró (RN) e estão foragidos há 18 dias, continuam a desafiar as forças de segurança, que agora temem que possam estar armados com fuzis. A suspeita surge após o encontro de cápsulas de bala compatíveis com esse tipo de arma no último esconderijo em que a dupla se abrigou por oito dias, na zona rural de Baraúna, no Rio Grande do Norte. O responsável pelo local foi preso sob suspeita de colaborar com os fugitivos.

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Desde então, mais de 500 homens das forças de segurança estão empenhados na busca por Deibson Cabral Nascimento e Rogério da Silva Mendonça, concentrando esforços na região de Vila Nova II, zona rural de Baraúna. Apesar dos intensivos esforços, até o momento não há informações concretas sobre o paradeiro dos fugitivos.

O Portal de Notícias Metrópoles, de Brasília, relata que um grande contingente policial foi mobilizado na área desde a noite de quinta-feira (29), demonstrando a seriedade da operação de busca em andamento.

Diante da gravidade da situação e da suspeita de que os fugitivos possam estar armados com fuzis, a Polícia Federal está oferecendo uma recompensa de R$ 15 mil por informações que levem à prisão de cada um dos suspeitos. E há a possibilidade de que esse valor aumente nos próximos dias caso não haja êxito na captura.

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