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Comitiva Ministerial liderada por Waldez Goés e Marina Silva visita áreas afetadas pela cheia no Acre na segunda-feira, dia 4

Por Redação 02/03/2024 14:46 Atualizado em 02/03/2024 14:46
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Uma comitiva ministerial composta pelos Ministros da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Goés, e do Meio Ambiente, Marina Silva, está programada para desembarcar no Acre na próxima segunda-feira, dia 4 de março. O anúncio foi feito pelo governador Gladson Cameli neste sábado, dia 2.

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O objetivo da visita é avaliar de perto as áreas afetadas pela cheia do rio Acre, que tem causado significativos danos à região. O compromisso do governo federal em oferecer suporte e assistência às comunidades atingidas é evidenciado pela presença dos ministros e pela disponibilização de recursos e estrutura.

O Governador Cameli ressaltou a importância da presença da comitiva para testemunhar diretamente a situação nas cidades mais impactadas. Ele destacou a necessidade de cooperação entre os governos federal, estadual e municipal para enfrentar os desafios causados por esse desastre natural.

No dia 28 de fevereiro, a Defesa Civil Estadual registrou a maior marca do Rio Acre na cidade de Brasileia, atingindo 15,56 metros, ultrapassando a cheia histórica de 2015. Essa elevação do nível das águas tem colocado em risco diversas comunidades, como no caso do bairro Leonardo Barbosa, que corre o risco de ficar ilhado no lado boliviano, afetando centenas de famílias e comunidades indígenas.

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Diante desse cenário preocupante, a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, havia solicitado apoio estadual e federal. A visita da comitiva ministerial é um passo importante para avaliar as necessidades locais e coordenar esforços de resposta.

Os Ministros devem realizar visitas às áreas afetadas em Brasileia e se reunir com prefeitos de outras cidades atingidas pela cheia, visando a articulação de ações emergenciais e estratégias de recuperação.

O Acre enfrenta uma das maiores enchentes de sua história, com 19 municípios afetados por inundações de rios e igarapés. A situação é especialmente crítica em cidades como Brasileia e Jordão, que tiveram a maior parte de seus territórios atingidos pelas águas, alcançando cota histórica de transbordamento.

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