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Ibama lança plataforma para monitorar recuperação ambiental

Por Redação 02/04/2024 09:59 Atualizado em 02/04/2024 09:59
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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou a criação da Plataforma de Acompanhamento da Recuperação Ambiental (Recooperar), uma ferramenta que centralizará dados de áreas degradadas ou modificadas para o desenvolvimento de projetos ambientais. A norma que estabelece essa plataforma foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (2) e entrará em vigor em 15 de abril.

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A Recooperar não apenas reunirá informações sobre ações de recuperação ambiental conduzidas pelo Ibama, mas também integrará processos administrativos de nível municipal e estadual relacionados a áreas degradadas, além de dados geográficos como biomas e informações hidrográficas. A plataforma também incluirá definições sobre a natureza da área, como se está vinculada a uma unidade de conservação, territórios quilombolas, terras indígenas ou se possui Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Entre as informações incorporadas à plataforma estão dados sobre áreas embargadas, Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (Prads) para reparação de danos ambientais, projetos de plantio compensatório e reposição florestal.

Atualmente, o acompanhamento de processos no Ibama é realizado pela Plataforma de Análise e Monitoramento Geoespacial da Informação Ambiental (Pamgia), que permite apenas consultas por estado, município, data de cadastro, origem ou número do processo administrativo. Com a Recooperar, haverá uma migração de dados de outras plataformas do órgão, como o Cadastro Simplificado de Vetores do Ibama (CASV).

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O Ibama fornecerá instruções aos usuários para acesso à nova plataforma, cadastro de perfil e utilização das funcionalidades disponíveis.

Essa iniciativa está alinhada à implementação da Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa e aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, como o Desafio de Bonn e a Iniciativa 20×20, que visam restaurar 12 milhões de hectares de áreas degradadas até 2030.

Com informações da Agência Brasil.

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