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MPAC avalia procedimentos e uso de provas digitais em investigações

Por Redação 28/08/2024 09:26 Atualizado em 28/08/2024 09:26
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O procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, liderou uma reunião com membros da Corregedoria Geral, da 13ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, e do Núcleo de Apoio Técnico (NAT).

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O encontro teve como foco discutir a tramitação de processos investigativos, definir fluxos de atuação e abordar a elaboração, produção e validação de provas digitais em inquéritos. Também foram debatidas a introdução e a aplicação de novas tecnologias para assegurar a preservação dessas provas.

Participaram da reunião o secretário-geral da Corregedoria, promotor de Justiça Washington Moreira, a promotora de Justiça Dulce Helena Franco e a promotora de Justiça Marcela Cristina Ozório, coordenadora do NAT.

O procurador-geral enfatizou a importância da discussão sobre técnicas para a obtenção de provas digitais, garantindo sua validade para investigações e processos penais. O objetivo é assegurar a cadeia de custódia das provas, mantendo sua autenticidade, integridade e inalterabilidade.

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A Lei 12.965/2024, também conhecida como Lei do Marco Civil da Internet, orienta o uso da internet no Brasil e permite, em processos judiciais, que o juiz solicite registros de conexão ou acesso a aplicativos de internet.

Agência de Notícias do MPAC.

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