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Lula nomeia Macaé Evaristo como nova ministra dos Direitos Humanos e Cidadania

Por Cris Menezes 09/09/2024 16:00
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu no Palácio do Planalto com a nova ministra Macaé Evaristo — Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (9) a deputada estadual de Minas Gerais Macaé Evaristo (PT) como sua escolha para substituir Silvio Almeida no Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. A posse está prevista para a próxima semana.

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Após a nomeação, Macaé Evaristo expressou seu agradecimento e ressaltou seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e antirracismo, destacando o convite afetivo do presidente Lula.

Silvio Almeida foi demitido na sexta-feira (6) em meio a denúncias de assédio sexual, que ele nega (veja mais detalhes no vídeo). O nome de Macaé Evaristo já estava entre os cotados para o cargo, conforme informado pelo blog no fim de semana.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, elogiou a nova ministra em suas redes sociais, destacando sua trajetória de luta pelos direitos humanos e pela educação. “Com Macaé Evaristo, o presidente Lula nomeia uma mulher negra, combativa, com história de lutas e realizações na defesa da educação e dos direitos humanos, das crianças e adolescentes”, escreveu Gleisi.

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Macaé Evaristo, prima da escritora Conceição Evaristo, é deputada estadual pelo PT em Minas Gerais. Ela tem uma longa carreira como professora e é graduada em Serviço Social, com mestrado e doutorado em educação. Foi a primeira mulher negra a ocupar cargos de secretária municipal (2005 a 2012) e estadual (2015 a 2018) de Educação em Belo Horizonte.

Além de Macaé, outras duas mulheres negras foram cogitadas para o cargo: Nilma Gomes, ex-ministra da Igualdade Racial durante o segundo mandato de Dilma Rousseff, e Benedita da Silva (PT-RJ), deputada federal, ex-governadora do Rio de Janeiro e ex-ministra.

Em sua trajetória, Macaé Evaristo coordenou importantes programas educacionais, como a implantação de Escolas Indígenas, a Escola Integral em Minas Gerais, a Escola Integrada em Belo Horizonte e as cotas para estudantes de escolas públicas, negros e indígenas no ensino superior, quando atuou no Ministério da Educação (MEC).

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