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Desemprego no Brasil atinge menor nível histórico de 6,1% no trimestre até novembro

Por Cris Menezes 27/12/2024 09:07 Atualizado em 27/12/2024 09:07
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A taxa de desemprego no Brasil registrou uma queda significativa no trimestre encerrado em novembro de 2024, atingindo 6,1%. Esse é o menor índice desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), em 2012. O número representa uma redução de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e uma queda de 1,4 ponto percentual em comparação ao mesmo período de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A população ocupada atingiu 103,9 milhões, um recorde, com crescimento de 1,4% (mais 1,4 milhão de pessoas) no trimestre e 3,4% (mais 3,4 milhões) no ano. O nível de ocupação, que indica a porcentagem de pessoas ocupadas em relação à população em idade de trabalhar, também atingiu um recorde de 58,8%. Esse número cresceu 0,7 ponto percentual no trimestre e 1,4 ponto no ano.

A renda média real do trabalhador no trimestre foi de R$ 3.825, representando uma alta de 3,4% em relação ao mesmo período de 2023. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 336,7 bilhões, marcando um aumento de 7,2% ante o ano anterior.

A população desalentada, ou seja, pessoas que desistiram de procurar emprego, totalizou 3 milhões, o menor número desde o primeiro trimestre de 2016. O porcentual de desalentados foi de 2,7%, mantendo-se estável no trimestre, mas com uma queda de 0,3 ponto percentual em relação ao ano anterior.

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Em relação aos setores de emprego, o número de trabalhadores no setor privado atingiu 53,5 milhões, um recorde, com crescimento de 1,3% (mais 661 mil pessoas) no trimestre e 4,6% (mais 2,4 milhões) no ano. O número de empregados com carteira assinada no setor privado também foi recorde, com 39,1 milhões, marcando um aumento de 1,3% no trimestre e 3,7% no ano. Já o número de empregados sem carteira assinada no setor privado foi de 14,4 milhões, com estabilidade no trimestre e crescimento de 7,1% no ano.

O número de trabalhadores no setor público ficou estável no trimestre, com 12,8 milhões, mas subiu 5,6% no ano, com 685 mil pessoas a mais. O número de trabalhadores por conta própria foi de 25,9 milhões, com alta de 1,8% (mais 467 mil pessoas) no trimestre, enquanto o número de trabalhadores domésticos aumentou para 6 milhões, com crescimento de 3,2% (mais 185 mil pessoas) no trimestre.

A taxa de informalidade foi de 38,7% da população ocupada, representando 40,3 milhões de trabalhadores informais. Esse número ficou estável em relação ao trimestre anterior e teve uma pequena queda em relação ao mesmo período de 2023, quando foi de 39,2%.

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