A ação foi movida após denúncias sobre a escassez de medicamentos e materiais hospitalares na unidade. Durante uma vistoria realizada pelo MPAC em conjunto com o Conselho Regional de Medicina, foi constatada a ausência de medicamentos essenciais para o atendimento emergencial, controle de dor, infecções, hipertensão e outros quadros clínicos, além da falta de insumos básicos para procedimentos médicos emergenciais e eletivos.
A decisão judicial reconheceu a gravidade da situação e enfatizou a necessidade de garantir o fornecimento contínuo de medicamentos e insumos, a fim de evitar riscos à saúde da população e assegurar a qualidade do atendimento médico.