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MPAC sedia evento da Federação das Religiões de Matriz Africana do Acre

Por Cris Menezes 03/02/2025 15:17 Atualizado em 03/02/2025 15:17
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) sediou, nesta sexta-feira (31), uma cerimônia em homenagem à ancestralidade e à resistência das religiões de matriz africana.

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Realizado no auditório da instituição, o evento foi promovido pela Federação das Religiões de Matriz Africana do Acre (Feremaac), em parceria com o MPAC, e integrou as celebrações do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, comemorado em 21 de janeiro.

A iniciativa reforçou a importância cultural e histórica dessas tradições, além de destacar a luta contínua por respeito e dignidade. Durante a solenidade, foram prestadas homenagens a personalidades que atuam na defesa dos direitos humanos e da liberdade religiosa.

O promotor de Justiça Thalles Ferreira, titular da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, recebeu uma homenagem por sua atuação no combate à intolerância religiosa.

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“Faço questão de trazer todos para dentro do Ministério Público. Vocês precisam se aproximar da instituição, que é fiscal da lei e dos direitos fundamentais. Nosso papel é agir para garantir os direitos de todos. As religiões de matriz africana precisaram se reinventar ao longo da história para preservar sua cultura e tradição, e isso precisa ser respeitado”, afirmou.

O presidente da Feremaac, Célio Gomes, ressaltou a relevância do evento e a parceria com o MPAC na defesa da liberdade religiosa.

“Agradecemos ao Ministério Público por apoiar essa iniciativa e firmar essa parceria conosco para homenagear a nossa ancestralidade e aqueles que nos antecederam na luta por respeito e reconhecimento”, declarou.

Entre os homenageados esteve Ogan Arimateia (in memoriam), reconhecido como um dos pioneiros na defesa dos direitos humanos no Acre.

O evento contou com a participação e apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), do Centro Alagbê Okan, do Centro Alamajú e do Instituto Ecumênico, além de parlamentares e representantes da sociedade civil.

Por Agência de Notícias do MPAC

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