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Rede de Proteção à Mulher planeja formações para os municípios acreanos

Por Cris Menezes 10/02/2025 14:58 Atualizado em 10/02/2025 14:58
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Na manhã desta segunda-feira, 10, foi realizada reunião de alinhamento com a rede de proteção à mulher sobre a realização de encontros de formação. Os atores discutiram colaborações, aprimorando a multidisciplinaridade do enfrentamento à violência de gênero no Acre.

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A Secretaria de Estado de Mulher (Semulher) firmou o Convênio n° 952.582 com o Ministério da Mulher, o qual fornecerá recursos para o fortalecimento da política pública, por meio da formação dos integrantes da rede de atendimento e gestores municipais dos organismos de políticas para as mulheres.

A secretária de Estado da Mulher do Acre, Márdhia El Shawwa, assinalou que a metodologia é composta por três oficinas de formação, sendo a primeira para profissionais das unidades de saúde, a segunda com os profissionais da assistência social e, por fim, a da segurança pública e Justiça. “A ação terá início em Rio Branco, uma vez que o número de feminicídios aumentou em 2024”, anunciou a secretária.

Os municípios contemplados pela iniciativa são: Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá, Cruzeiro do Sul, Jordão, Santa Rosa do Purus, Brasiléia, Capixaba, Porto Acre, Senador Guiomard e Rio Branco.

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Por sua vez, a chefe do departamento de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da Semulher, Joelda Paes, contextualizou o panorama da política pública estadual. Ela explicou ainda que devido às eleições houve mudanças no executivo municipal, por isso é necessário o diálogo para a continuidade do trabalho, bem como para o reconhecimento das responsabilidades perante o fluxo operacional estabelecido por lei.

A juíza Andrea Brito sugeriu o mapeamento dos aparelhos públicos ausentes nos municípios, a fim de que a rede tenha condições de direcionar adequadamente as vítimas atendidas. Ao debater soluções, destacou-se a importância de evitar a revitimização e aperfeiçoar o acolhimento.

Participaram da reunião representantes do Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Polícia Militar e Civil, e da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.

Por Comunicação TJAC

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