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Governo prorroga permanência da Força Nacional no Acre por mais 90 dias

Por Cris Menezes 29/05/2025 10:39 Atualizado em 29/05/2025 10:39
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Força Nacional está no Acre desde junho de 2023 — Foto: Arquivo/Sejusp

A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) vai continuar atuando no Acre por pelo menos mais 90 dias. A nova prorrogação foi determinada pela Portaria nº 947 do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), publicada na quarta-feira (28) no Diário Oficial da União. O novo período de atuação da tropa vai de 30 de maio até 27 de agosto deste ano.

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A medida tem como objetivo reforçar o trabalho dos órgãos estaduais nas ações de policiamento ostensivo, investigações criminais e perícia, além de garantir a ordem pública e a segurança da população e do patrimônio. A operação seguirá com apoio logístico do governo do Acre, responsável por fornecer a infraestrutura necessária às equipes da FNSP.

A capital Rio Branco continua sendo a base das operações. Atualmente, 23 agentes da Força Nacional atuam no estado: 17 no policiamento nas ruas e outros seis na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A presença da FNSP no Acre faz parte do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), que busca fortalecer a segurança pública na região da Amazônia Legal. A Força Nacional está no estado desde junho de 2023. Desde então, sua permanência já foi prorrogada várias vezes, com ações voltadas tanto para segurança pública quanto para o combate a queimadas.

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No início da operação, em junho de 2023, o então ministro Flávio Dino autorizou o envio da tropa para apoiar ações contra incêndios florestais, após o estado declarar situação de emergência ambiental. Já em julho do mesmo ano, após uma rebelião no presídio Antônio Amaro — que deixou cinco mortos —, o governo federal enviou cerca de 40 agentes da força-tarefa da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para ajudar a controlar a crise no sistema prisional.

Em 2024, a atuação da Força Nacional também foi estendida para combater queimadas em municípios do interior, como Feijó, que liderava o número de focos de incêndio no estado naquele período.

Com informações do G1 Acre.

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