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POLICIAL

PF investiga desvio de dinheiro público na Assembleia Legislativa do Amapá

Por Cris Menezes 13/05/2025 08:43 Atualizado em 13/05/2025 08:43
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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13) a Operação Vinculum, que apura um esquema de desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), envolvendo a nomeação de servidores fantasmas em gabinetes parlamentares. A ação conta com apoio da Procuradoria Regional Eleitoral do estado.

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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, tanto na sede da Assembleia quanto nas residências de investigados, localizadas nos bairros Novo Buritizal e Pantanal, em Macapá. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AP) também determinou o bloqueio de até R$ 1,4 milhão em contas bancárias, aplicações financeiras e outros ativos dos suspeitos.

Segundo a investigação, os servidores nomeados não exerciam qualquer função de fato e eram obrigados a repassar parte de seus salários a parlamentares ou intermediários. O dinheiro, de acordo com a PF, era usado para despesas pessoais e campanhas eleitorais. O prejuízo mensal estimado ultrapassa R$ 50 mil.

A operação é um desdobramento da Operação Pretium, realizada em março de 2023, que já havia apontado indícios de irregularidades de natureza eleitoral na Casa Legislativa.

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Os envolvidos podem responder por crimes como organização criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e corrupção de menores. A PF segue apurando o caso para identificar todos os responsáveis e a extensão do esquema.

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