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Amigo de Renan Bolsonaro reage à Abin: “Nem drogado nem flamenguista”

Por Metrópoles 27/06/2025 03:27
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Amigo e ex-sócio de Renan Bolsonaro, Allan Lucena se manifestou após reportagem da coluna revelar que seu nome aparece em mensagens de Marcelo Bormevet, servidor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O relatório da Polícia Federal aponta que a estrutura conhecida como “Abin Paralela” pretendia “explodir” Lucena e o descreve com os termos “viado”, “drogado” e “rubroneca”.

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“Fui citado em uma matéria que trata de uma suposta estrutura de espionagem ligada a interesses políticos. E, de forma totalmente leviana, fui rotulado com termos como ‘drogado’, ‘viado’ e, pasmem, ‘flamenguista’”, escreveu Lucena.

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Vereador Jair Renan Bolsonaro chega para a reunião do PL

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3

Jair Renan Bolsonaro e o pai Jair Bolsonaro

Reprodução3 de 3

Jair Bolsonaro e seus filhos em ato em SP

DANILO M. YOSHIOKA/ESPECIAL METRÓPOLES @danilomartinsyoshioka

Lucena afirmou ser profissional da saúde e negou o uso de drogas: “Não sou drogado. Sou profissional da área de saúde, educador físico e vivo exatamente o oposto do que esse termo representa. A acusação é tão absurda quanto ofensiva à minha conduta pessoal e profissional.”

Sobre a associação ao maior clube do Brasil, que jogará domingo (29/6) pela Copa do Mundo, rebateu: “Não sou flamenguista. Essa foi a única parte realmente ofensiva. Sou corinthiano com muito orgulho.”

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Já sobre as ilações sobre sua sexualidade, Lucena respondeu: “Não é quem sou, não me atinge e não me abala”. E prosseguiu: “Tenho tranquilidade sobre quem sou, minha história e os princípios que sigo. Sigo firme. E sigo corinthiano”.

Lucena agradeceu o apoio de amigos e seguidores, disse não ter interesse em ampliar a polêmica, mas afirmou que seu advogado, Luiz Gustavo, tomará “as devidas medidas legais contra o Estado e a mídia no momento oportuno”.

A reportagem do Metrópoles citada por Lucena se baseia em investigação da Polícia Federal que revela comunicações internas da Abin. Nelas, agentes discutem ações contra ele.

Segundo o relatório, o episódio ocorreu em razão de sua proximidade com o vereador Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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