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Executivo de 60 anos abandona carreira para virar drag queen

Por Metrópoles 13/06/2025 20:27
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Fernando Magrin, 60 anos, é quem dá a vida à Mama Darling, figura conhecida do carnaval paulistano. A Drag Queen é a responsável pelo bloco MinhoQueens que neste ano recebeu cerca de 250 mil foliões.

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“Eu tinha um namorado 22 anos mais novo e dávamos umas festinhas em casa. A gente brincava de se montar com saia, peruca, salto, mas ninguém era drag queen. Quando decidi criar o bloco em cima do Minhocão, eu brinquei ‘vamos ser as MinhoQueens, as drag queens do minhocão’”, conta Magrin ao GQ.

No ano seguinte, ele e o ex-namorado fundaram o primeiro bloco de drag queens do Brasil. À época, o executivo da American Airlines, conta que recebeu apoio dos colegas do ambiente corporativo.

O vestido cor-de-rosa, emprestado por uma amiga do trabalho, passou a ser usado com uma peruca da mesma cor, quando se montou de drag pela primeira vez na vida, aos 51 anos.

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“Na época eu dizia: ‘Virei uma drag queen’, mas hoje eu digo: “abracei a arte drag aos 51 anos de idade. E o bloco foi um sucesso, já no primeiro ano, tivemos um público estimado de 10 a 15 mil pessoas”, relembra o artista.

O nome MamaDarling foi inspirado no filme Grey Gardens (2009), que retrata a decadência da tia e da prima de Jacqueline Kennedy. A personagem de Drew Berrymore chamava a mãe a todo momento de Mother Darling (mãe querida, em tradução livre).

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Fernando Magrin largou a vida de executivo para se dedicar à arte drag queen

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Fernando Magrin largou a vida de executivo para se dedicar à arte drag queen

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Fernando Magrin largou a vida de executivo para se dedicar à arte drag queen

Reprodução/Instagram

De executivo a drag

Magrin é formado em artes cênicas pela Unicamp e em jornalismo na PUC, mas não chegou a atuar em nenhuma das duas áreas. Em 1996, ele foi contratado pela American Airlines e trabalhou na empresa por 24 anos. O executivo era responsável pelo atendimento a clientes VIPs e pelo desenvolvimento de novos negócios.

Em 2020, ele decidiu sair durante as negociações de demissões por conta do período pandêmico, e passou a se dedicar integralmente à arte drag.

Hoje, ele organiza o MinhoQueens, um bloco menor chamado Bloco da Mama e festas pontuais durante o ano.

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