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Itamaraty se manifesta sobre brasileira que caiu em trilha de vulcão

Por Metrópoles 22/06/2025 19:26
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O Ministério das Relações Exteriores divulgou, neste domingo (22/6), informações sobre o resgate da turista brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que sofreu uma queda durante uma trilha ao vulcão Rinjani, na Indonésia. De acordo com o Itamaraty, equipes de busca iniciaram o terceiro dia do esforço de resgate.

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A embaixada do Brasil em Jacarta diz que mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, o que permitiu o envio de um grupo de salvamento para a área do vulcão onde ocorreu a queda, em região remota, a cerca de quatro horas de distância do centro urbano mais próximo.

“O embaixador do Brasil em Jacarta entrou pessoalmente em contato com o Diretor Internacional da Agência de Busca e Salvamento e com o Diretor da Agência Nacional de Combate a Desastres da Indonésia, e tem recebido das autoridades locais os relatos sobre o andamento dos trabalhos”, apontou o ministério.

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Imagem colorida de Juliana Marins, enquanto aguarda resgate em vulcão da Indonésia

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Juliana Marins, 26 anos, é a turista brasileira que caiu em um penhasco enquanto fazia uma trilha na Indonésia

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Juliana Marins, 26 anos, é a turista brasileira que caiu em um penhasco enquanto fazia uma trilha na Indonésia

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Reprodução

Além disso, dois funcionários da embaixada deslocaram-se para o local com o objetivo de acompanhar pessoalmente os esforços pelo resgate, que foi dificultado, no dia de ontem, por condições meteorológicas e de visibilidade adversas.

“O Ministro das Relações Exteriores, em nome do governo brasileiro, também iniciou contatos de alto nível com o governo indonésio com o objetivo de pedir reforços no trabalho de buscas na cratera do Mount Rinjani”, finaliza o comunicado do Itamaraty.

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Busca por socorro

Juliana sofreu a queda durante uma trilha ao vulcão Rinjani, em Lombok, na última sexta-feira (20/6). Até este domingo (22/6), a mulher não havia sido resgatada.

Imagens mostram uma piora no tempo no local, com neblina e dificuldade na visibilidade da área na qual a publicitária pode estar. Algumas pessoas e barracas aparecem nas imagens totalmente tomadas pela névoa.

A irmã de Juliana, Mariana Marins, ressalta que, segundo as informações recebidas, o local do desaparecimento de Juliana é inóspito e tem terreno arenoso. Ela considera que a irmã está desaparecida e relatou ainda que vídeo de suposto resgate com água e comida era falso.

“Recebemos, com muita preocupação e apreensão, que não é verdadeira a informação de que a equipe de resgate levou comida, água e agasalho para a Juliana. A informação que temos é que até agora não conseguiram chegar até ela, pois as cordas não tinham tamanho suficiente, além da baixa visibilidade”, afirmou Mariana, que está no Brasil.

Segundo a família, Juliana está há mais de 50 horas esperando por socorro. Ela foi vista pela última vez às 17h30 (horário local) de sábado, em imagens feitas por turistas com o auxílio de um drone. As imagens reais mostram a jovem caída na trilha.

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