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POLICIAL

Adolescente reincidente é internado por decisão judicial após agressões e envolvimento com drogas em Cruzeiro do Sul

Por Cris Menezes 16/07/2025 17:51 Atualizado em 16/07/2025 17:51
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O menor permanecerá internado no ISE, onde deverá passar por acompanhamento técnico e psicossocial. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Cruzeiro do Sul, cumpriu nesta quarta-feira (16) um mandado de internação contra um adolescente de 16 anos, no bairro São José. O menor, que já havia sido internado anteriormente por envolvimento com drogas e comportamentos agressivos, foi novamente encaminhado ao Instituto Socioeducativo (ISE).

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A decisão da Justiça se baseia em um histórico de reincidência e agravamento da situação do jovem, que vive sob a responsabilidade da avó. Segundo o relato da idosa, o neto apresenta mudanças de comportamento desde os 12 anos, tendo se tornado cada vez mais agressivo, desrespeitoso e dependente químico. Ele também abandonou os estudos e passou a furtar objetos da própria casa para trocá-los por entorpecentes.

A avó, preocupada com a escalada do comportamento do menor, procurou apoio junto ao CREAS e ao Conselho Tutelar, além de relatar os fatos à polícia. Apesar de já ter passado por duas internações no ISE — uma de 30 dias e outra de 90 —, o adolescente voltou a praticar atos infracionais, o que levou à solicitação de uma nova medida socioeducativa.

O delegado responsável pela ação, Vinícios Almeida, enfatizou a importância do trabalho integrado entre os órgãos de proteção e o sistema de Justiça.
“Situações como essa são delicadas, mas exigem uma resposta firme do Estado para proteger as vítimas e tentar recuperar o adolescente. Nosso compromisso é com a segurança das famílias e o cumprimento das determinações judiciais”, declarou.

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A internação do adolescente representa mais uma ação da Polícia Civil voltada ao enfrentamento da violência doméstica e ao acolhimento de famílias em situação de vulnerabilidade, reforçando que o sistema de proteção continua atuante mesmo em casos que envolvem menores de idade como autores dos delitos.

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