A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu três pontos percentuais em julho e chegou a 43%, de acordo com a pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgada nesta quinta-feira (24/7). No último levantamento, realizado em maio, o índice era de 40%. A desaprovação também caiu, passando de 53% para 51%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de julho e ouviu 2.500 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança superior a 95%.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Luiz Inácio Lula da SilvaFoto: Agência Brasil Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de abertura do 60º CONUNE – Congresso da União Nacional dos EstudantesReprodução: YouTube/CanalGov “Esse país vai ter pela primeira vez um presidente sendo eleito 4 vezes”, diz LulaReprodução/Canal Gov O presidente Lula fez um pronunciamento em rede nacionalReprodução: Governo Federal “Eles não voltarão”, diz Lula sobre aliados de Bolsonaro e admite nova candidatura em 2026Reprodução: Agência Brasil “Não vamos abrir mão da nossa riqueza”, diz Lula ao defender exploração do petróleoReprodução: Agência Brasil
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O aumento na aprovação ocorre após a polêmica envolvendo a imposição de tarifas comerciais pelos Estados Unidos (EUA). No dia 9 de julho, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma taxa de 50% sobre produtos brasileiros. Em uma carta pública, ele mencionou diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e fez críticas ao Judiciário brasileiro, acusando uma “caça às bruxas” contra o aliado.
A medida foi celebrada por figuras ligadas à oposição, como o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos desde março e tem articulado ações contra autoridades brasileiras, sob o argumento de que seu pai é vítima de perseguição política.
A reação do governo Lula à crise, no entanto, agradou parte significativa da população. O presidente se posicionou com firmeza e afirmou que responderia com base na Lei da Reciprocidade, defendendo a soberania nacional. A resposta virou tema de discursos e manifestações públicas do governo federal.

