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Aula é suspensa após fogo engolir mata e ameaçar escola no Lago Sul

Por Metrópoles 02/07/2025 17:26
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Um incêndio de grandes proporções assustou moradores do Lago Sul, na tarde desta quarta-feira (2/7). O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado por volta das 14h para atender a ocorrência de fogo, que consumia uma região de mata na QI 21 da região administrativa. As chamas destruíram uma grande parte da área de mata e ameaçou avançar contra escolas, que precisaram suspender as aulas imediatamente.

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O fogo chegou a atingir o gramado que faz divisa com a Lycée Français François Mitterrand. Segundo a equipe de segurança da instituição, foi seguido o protocolo de emergência, e a escola precisou ser evacuada. A causa do incêndio ainda não foi identificada, mas há suspeita de que tenha sido criminoso.

Os guardas da instituição foram surpreendidos com a densa fumaça preta que subiu repentinamente e o forte cheiro de queimado.

A diretora do ensino primário do Colégio Liceu, Ana Paula Milliasseau, explicou que o incêndio teve início em uma área de cerrado localizada atrás da escola. Assim que a fumaça foi percebida, a equipe pedagógica ativou o protocolo de emergência da instituição.

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“Havia fogo aqui atrás da nossa escola, e então a gente foi buscar todo mundo. Ativamos nosso protocolo de emergência e os alunos foram para um local mais afastado”, relatou.

Segundo ela, o CBMDF foi acionado rapidamente, mas as chamas voltaram a crescer em um segundo momento, o que levou a escola a evacuar completamente o prédio. “Os bombeiros chegaram, e depois o fogo aumentou mais uma vez. Então saímos da escola e chamamos os pais para buscarem os alunos”, disse.

Escola foi imediatamente evacuada e os pais dos alunos acionados para buscar os filhos

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Apesar da proximidade das chamas, o fogo não chegou a atingir a estrutura da unidade de ensino. A própria equipe da escola chegou a atuar para conter o incêndio com mangueiras de água. “Não afetou a escola. Só foi o cerrado atrás. Nossa equipe conseguiu, com as mangueiras, tentar apagar o fogo atrás do nosso muro. Eles foram muito rápidos e conseguiram apagar. Mas depois voltou outra vez e tivemos que evacuar”, conta Ana Paula.

“Não houve acidente com os nossos alunos. Alguns começaram a ficar com medo e a chamar pela mãe, mas a gente estava bem por perto e conseguiu acalmar. Não houve gritos ou desmaios, nossa enfermeira cuidou deles. Estávamos com medo da fumaça, por isso levamos as crianças para o fundo da escola e depois para o outro lado da estrada”, relembra.

Acionado, o Corpo de Bombeiros do DF não havia contabilizado a área atingida pelo fogo nem se algum morador da região precisou de atendimento devido à grande quantidade de fumaça produzida pela queimada.

 

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