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Mãe e bebê assassinados: laudo revela o que causou mortes brutais

Por Metrópoles 29/07/2025 07:27
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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS), por meio da Delegacia de Polícia de Esteio, informou que os resultados dos laudos periciais feitos nos corpos de Kauany Martins Kosmalski, 18 anos, Miguel Martins Kosmalski, filho dela — um bebê de 2 meses — e Ariel Silva da Rosa, 16 anos, mortos no último dia 20 de julho, ficaram prontos.

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Os laudos de necropsia, elaborados pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP), indicam o uso de arma branca e violência extrema nos dois jovens. Marcas de defesa também foram identificadas nos corpos deles.

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No caso do bebê, os exames apontam que ele faleceu em decorrência de traumatismo craniano — inicialmente, a polícia informou que ele teria sido jogado, ainda vivo, em cima dos corpos dos dois jovens.

Exames com luminol detectaram, ainda, vestígios de sangue no interior do veículo utilizado na empreitada criminosa. As amostras foram encaminhadas para análise de DNA no Laboratório de Genética Forense do IGP.

A perícia oficial também realizará exames para esclarecer aspectos técnicos fundamentais para a conclusão do inquérito, incluindo a análise genética entre uma das vítimas e um dos investigados. Isso porque as diligências indicam que o homem responsável por orquestrar os assassinatos, um pai de santo da região, seria pai da criança.

A delegada Marcela Smolenaars, responsável pelo caso, destacou a complexidade da investigação, que segue em andamento com novas diligências, análise de celulares e oitivas de testemunhas.

Os quatro suspeitos, sendo o pai de santo, a esposa dele, que confessou ter participado do crime, e dois adolescentes, permanecem reclusos.

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