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Mutirão de cirurgias transforma vidas de mulheres no Acre com apoio do programa Opera Acre

Por Cris Menezes 26/07/2025 17:20 Atualizado em 26/07/2025 17:20
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Foram realizadas seis cirurgias de mamoplastia redutora, cinco cirurgias vasculares e dez ginecológicas, entre elas: histerectomia, colpoperineoplastia, laqueadura e curetagem. Foto: Luan Martins/Sesacre

A professora Cláudia França é uma das 21 pacientes atendidas no mutirão de cirurgias realizado neste sábado (26), na Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), em Rio Branco. Ela passou por uma mamoplastia redutora – procedimento que vai além da estética e significa alívio para as dores nas costas causadas pelo excesso de peso nos seios. “Essa cirurgia vai melhorar muito minha saúde, minha disposição e minha qualidade de vida”, relata, aliviada.

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A ação faz parte do programa Opera Acre, promovido pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), com o objetivo de reduzir filas e ampliar o acesso a procedimentos cirúrgicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além da cirurgia plástica, o mutirão contemplou especialidades ginecológicas e vasculares, com um total de 6 mamoplastias, 5 cirurgias vasculares e 10 ginecológicas, como histerectomia, curetagem, colpoperineoplastia e laqueadura.

O cirurgião plástico Nelson Frota destaca o impacto do procedimento na vida das mulheres. “A cirurgia redutora de mamas representa a libertação de limitações físicas e emocionais. Algumas pacientes estavam isoladas socialmente ou em depressão. Agora, elas resgatam sua autoestima, saúde e vida social.”

Programa objetiva reduzir fila de espera por procedimentos cirúrgicos e garantir atendimento mais ágil à população. Foto: Luan Martins/Sesacre

A paciente Cláudia reforça o acolhimento durante o processo: “Os médicos foram atenciosos, explicaram tudo com clareza e me senti segura. Tudo foi feito com excelência.”

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A Sesacre pretende manter o ritmo de mutirões durante o segundo semestre de 2025, consolidando o Opera Acre como uma das principais estratégias de fortalecimento do SUS no estado. O secretário de Saúde, Pedro Pascoal, afirma que as ações do programa promovem mais do que atendimento médico: “Estamos falando de recomeço, de dignidade e autoestima. Isso transforma realidades nas regionais do estado.”

Além da capital, o programa esteve presente em diversas regiões nesta semana:

De janeiro a junho, mais de 7 mil cirurgias eletivas já foram realizadas pelo programa em todo o estado. A reabertura do centro cirúrgico do Hospital Abel Pinheiro, em Mâncio Lima, após 25 anos, também marca um avanço na descentralização da saúde. No local, já foi realizada até a primeira colecistectomia da história do município.

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