Visivelmente emocionado, o diplomata destacou a força e a sensibilidade da mensagem, publicada pela jornalista em sua conta no X (antigo Twitter), e dirigida ao filho como um testamento de amor e esperança.
Na carta, Mariam expressa seu desejo de que o menino leve sua memória adiante, lembrando-a com orações e não com lágrimas:
“Você é o coração e a alma da sua mãe. Quando eu morrer, quero que você reze por mim, não que chore por mim. Quero que você nunca, nunca se esqueça de mim. Fiz de tudo para mantê-lo feliz e seguro. E quando você crescer e se casar, quando tiver uma filha, dê a ela o meu nome de Mariam.”
A jornalista ainda pediu que o filho buscasse ser responsável, inteligente e um homem de negócios respeitado, sempre mantendo a fé e a dignidade:
“Você é meu amor, meu coração, minha alma e meu suporte. Eu quero ser orgulhosa pelo que as pessoas disserem sobre você. Por favor, lembre-se de suas orações, meu filho.”
A leitura da carta arrancou lágrimas e aplausos dos presentes na ONU, tornando-se símbolo não apenas da tragédia do conflito, mas também da força do vínculo materno diante da guerra.