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POLICIAL

“Diaba Loira”: conheça a traficante morta após trocar de facção

Por Cris Menezes 16/08/2025 14:51 Atualizado em 16/08/2025 14:51
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Eweline Passos Rodrigues, conhecida como “Diaba Loira”, foi morta durante um  confronto entre traficantes no Morro do Fubá, zona norte do Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (14).

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Procurada pela polícia por  envolvimento com tráfico e organização criminosa, Eweline tinha três mandados de prisão em aberto, com uma condenação definitiva de 5 anos e 10 meses de prisão em regime fechado.

A “Diaba Loira” tinha mais de 70 mil seguidores em um dos perfis e era conhecida nas redes sociais por ostentar armas e falar sobre a vida do crime. Uma postagem explicando o motivo de ter  trocado de facção — do Comando Vermelho (CV) para o T erceiro Comando Puro (TCP) — viralizou.

Quem era a Diaba Loira?

Aos 28 anos, Eweline ficou conhecida em 2022 quando sobreviveu a uma tentativa de feminicídio, em que seu ex-companheiro chegou a perfurar seu pulmão. Natural de Santa Catarina, a jovem de 28 anos fugiu para o Rio de Janeiro e se associou ao CV.

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Em 2023, trocou tiros com a Polícia Militar em um confronto na Gardênia Azul, zona oeste carioca, segundo confirmações feitas por ela mesma nas redes sociais.

Após o rompimento com a facção e a nova associação ao TCP, a “Diaba Loira” se tornou alvo de ameaças do CV. Nas redes sociais, passou a mostrar a rotina como traficante e postava mensagens e símbolos ligados à organização criminosa comandada por “Coelhão”, no Complexo da Serrinha.

Ela chegou a fazer uma tatuagem, cobrindo as costas inteira, com referências à traficantes do TCP. Em uma de suas postagens, respondendo às constantes ameaças, disse: “Não me entrego viva, só saio no caixão”.

Por Ultimosegundo.ig.

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