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Por que bolsonaristas não “abraçaram” denúncia de Felca contra abuso infantil

Por Redação 12/08/2025 10:55
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A influenciadora de extrema-direita Karina Michelin criticou o youtuber Felca, que viralizou após fazer um vídeo com denúncia sobre “adultização” de crianças e adolescentes nas redes sociais, e afirmou que bolsonaristas não “abraçaram” a pauta por supostamente estar atrelada a um plano da esquerda para censurar as redes. O conteúdo já soma mais de 30 milhões de visualizações. 

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Segundo a influencer, o vídeo de Felca é uma “operação psicológica e engenharia social calculada para abrir caminho a mais controle, censura e impunidade”. Chamando o governo Lula de “regime”, ela acusa o petista de querer limitar a liberdade na internet e impor um “modelo chinês” de controle das plataformas.

Karina já teve seu canal no YouTube retirado do ar por violação de diretrizes da comunidade, em 2023, e reclamou de “censura” na ocasião. Ela usava a plataforma para atacar espalhar fake news sobre as vacinas contra a Covid-19 e atacar o PT.

Eu não entrei no caso Felca por um motivo simples: tinha cheiro de psyop – operação psicológica e engenharia social calculada para abrir caminho a mais controle, censura e impunidade para os verdadeiros criminosos.

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Desde o início, soou estranho ver a esquerda inteira abraçando a denúncia. Justo eles, que sempre relativizaram e até incentivaram a sexualização precoce, a nudez infantil travestida de “arte” e a ideia absurda de que uma criança de 5 anos pode “mudar de sexo”. Quando esse pessoal posa de “defensor da infância”, é porque há uma jogada muito suja por trás.

E ela veio.

O regime Lula é obcecado em controlar as redes, Lula e Janja pediram um agente do Partido Comunista Chinês para ajudar na missão. Criaram o clima perfeito para aprovar o PL 2628- vendido como “proteção infantil” – mas com um núcleo perigosíssimo; identificar todos os usuários da internet e dar ao Executivo o poder de impor “diretrizes de controle parental” sobre qualquer serviço acessível a crianças e adolescentes. Na prática, toda a internet passará pelo crivo do regime Lula. É o modelo chinês de censura digital – e agora com aval legal no Brasil.

Muito antes do Felca falar em adultização e citar Hytalo Santos, Antonia Fontenelle já havia feito acusações públicas, a Justiça determinou a remoção do vídeo em 24 horas. A senadora Damares Alves já denunciou tráfico e prostituição infantil na Ilha do Marajó e foi ameaçada de morte – sem investigação. Proteger crianças nunca foi a prioridade dos comunosocialistas; calar opositores, sim. E quem criticar essa PL poderá ser rotulado de “pedófilo”.

O vídeo de Felca bateu quase o dobro do alcance do vídeo do Pix de Nikolas, e consultorias apontam que a própria direita ajudou a viralizar a narrativa que políticos e mídia pró-censura precisavam – foi a isca perfeita.

O que eles chamam de “segurança digital” é, na verdade, o início do controle total das redes: primeiro as regras “para proteger as crianças”, depois a censura e, por fim, o silêncio.

Tudo, claro, em nome de um “bem maior” – que nunca é o seu.

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