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RN: policial penal federal é preso suspeito de matar a esposa a tiros

Por Metrópoles 30/08/2025 10:27
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O policial penal federal Rafael Gonçalves Barbosa, de 42 anos, foi preso em flagrante pelo assassinato da esposa, identificada como Maria Cláudia de Medeiros, de 29, nesta sexta-feira (29/8), em Mossoró (RN).

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Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), o crime aconteceu por volta das 4h, dentro do quarto do casal, em um condomínio no bairro Alto do Sumaré. Maria Cláudia foi atingida por um disparo no peito e encontrada já sem vida no banco traseiro do carro da família.

Após o assassinato, Rafael pedia socorro deseperadamente aos vizinhos quando policiais militares chegaram ao local. À guarnição, ele disse que o tiro teria sido acidental.

Conforme a PCRN, a pistola 9 mm usada no crime é a arma funcional dele. Uma pistola .40 também foi localizada na residência.

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Durante as buscas, agentes encontraram vestígios de maconha, cocaína e medicamentos psicotrópicos. Ainda segundo a investigação, o policial fazia uso de remédios controlados, tinha histórico de internação psiquiátrica e estava afastado das funções por problemas de saúde mental.

Histórico de agressividade

Testemunhas relataram que Rafael apresentava mudanças de comportamento, usava drogas, se tornava agressivo e se envolvia em discussões frequentes com a companheira. Em 2019, um boletim de ocorrência por ameaça já havia sido registrado contra ele.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró, que aguarda laudos do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). A corporação informou que ele foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.

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Nota da Senappen

Em nota, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) afirmou que “não coaduna com nenhum tipo de violência, em especial a violência contra a mulher” e informou que instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta do servidor.

Rafael ingressou na carreira em 2009 e atuava na Penitenciária Federal de Mossoró desde 2011. Segundo a Senappen, não havia registros de problemas psicológicos ou psiquiátricos em seus assentamentos funcionais.

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