O Atlético-MG trabalha para atrair um investidor estrangeiro para sua Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A informação foi confirmada por Rubens Menin, um dos donos do clube. A entrada de capital é considerada essencial para equilibrar as finanças e reduzir o passivo de R$ 1,8 bilhão.
“Pode ter ou não ter. Não tem nada definido (sobre receber um aporte em 2025). Não vou ser leviano de falar uma informação que não seria verdadeira. Não tem prazo”, afirmou o dirigente ao ser questionado sobre a previsão para a concretização do aporte.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Atlético MGReprodução A Arena MRV, estádio do Atlético-MG, é um dos gramados sintéticos do país.Pedro Souza/Atlético Jogadores de Atlético-MG e Flamengo durante a disputa por pênaltis.Jogadores de Atlético-MG e Flamengo durante a disputa por pênaltis. Pedro Souza/Atlético
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Perfil do investidor
Segundo Menin, as negociações envolvem um parceiro estrangeiro, embora o nome não tenha sido revelado. “Lógico que tem conversas. É o que a gente quer (um investidor estrangeiro). É um estrangeiro”, destacou.
A declaração foi dada após o Conselho Deliberativo aprovar a alteração em cláusula que autoriza a redução da participação da Associação na SAF, desde que o novo aporte cumpra determinados requisitos.
Posição acionária e manutenção da fatia
Menin também deixou claro que não pretende abrir mão de sua participação atual na estrutura societária. “Se eu vender a minha parte, eu não estou aumentando do Atlético. O investimento tem que ser primário”, explicou.
Atualmente, a divisão da SAF está da seguinte forma: Rubens e Rafael Menin detêm 41,8%, a Associação possui 25%, o Galo Forte FIP (de Daniel Vorcaro) tem 20,2%, Ricardo Guimarães conta com 6,3% e o FIGA, ainda a pagar, soma 6,7%.
Situação financeira
O clube mineiro enfrentou atrasos salariais e dificuldades para quitar compromissos na aquisição de atletas em 2025. O passivo total está em torno de R$ 1,8 bilhão, o que reforça a necessidade de aporte imediato.
Mesmo diante das dificuldades, Menin tentou transmitir confiança. “O copo de água está meio cheio. O Atlético é uma empresa, tem CPF. Alguma coisa tem que ser feita. O barco não vai afundar. Essa é a responsabilidade que assumimos. Vamos ver quando vai acontecer. Espero que o mais rápido possível. A SAF não vai quebrar”, declarou.
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