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Edvaldo Magalhães destaca manifestações do povo brasileiro no último domingo contra a PEC da Blindagem: ‘o Brasil não tolera mais isso’

Por Cris Menezes 23/09/2025 14:02 Atualizado em 23/09/2025 14:02
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) fez um registro na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), nesta terça-feira (23/9), a respeito das manifestações do último domingo (21/9) em todo o Brasil contra a PEC da Blindagem, aprovada pela Câmara dos Deputados, que visa blindar parlamentares de processos que tramitam na Justiça, além de ressuscitar o voto secreto.

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“Gostaria de falar do ambiente novo que as ruas do Brasil apresentaram no domingo. A Câmara Federal resolveu dar um tiro, não no pé, mas nos peitos. E a bancada federal do Acre promoveu um verdadeiro 7 a 1 para gozar, agredir o povo acreano, criando uma lei dizendo: ‘somos seres especialíssimos. Para me processar, tem que pedir licença aos meus colegas’. Escreveram isso num texto e aprovaram e, mais ainda, para ninguém saber na hora de autorizar quem votou a favor ou contra, ressuscitaram um instrumento autoritário: o voto secreto”, disse Edvaldo Magalhães.

O parlamentar disse ainda que a decisão tomada pela Câmara com o apoio da maioria da bancada federal do Acre, com exceção da deputada federal Socorro Neri, vai ter implicações em 2026. “Vai ter uma grande repercussão na futura bancada federal do Acre. O Brasil não tolera mais isso. Não se trata de um movimento qualquer. A movimentação de domingo deu um cheiro, a percepção das Diretas Já. Abusaram da paciência do povo brasileiro. A gente estava nas cordas e agora estamos no meio do ringue”.

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