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Gleisi sobre julgamento no STF: “Era dos golpes e do arbítrio acabou”

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Gleisi sobre julgamento no STF: “Era dos golpes e do arbítrio acabou”

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais do Brasil e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, afirmou, através das redes sociais, que o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) marca o fim de um ciclo histórico daqueles “que atentavam contra o estado de direito e os governos eleitos pelo povo em nosso país”. Para Gleisi, “o Brasil tem hoje um encontro marcado com a democracia.”

“Todos os ritos do devido processo legal, a presunção de inocência e o direito de defesa foram rigorosamente observados, o que jamais teria acontecido sob as ditaduras do passado ou naquela que os réus, civis e militares, tentaram nos impor. Agora, a Justiça terá a palavra final. Que seja para afirmar ao Brasil e ao mundo que a era dos golpes e do arbítrio acabou. Democracia Sempre!”, escreveu a ministra.

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete aliados começa nesta terça-feira (2/9) na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), sob forte esquema de segurança e com os olhares da imprensa do mundo voltados para o Brasil.

Os cinco ministros da Turma analisarão a ação penal sobre suposta trama golpista atribuída ao ex-chefe do Palácio do Planalto e aos outros sete réus que visou anular as eleições de 2022.

Acompanhe o julgamento ao vivo:

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No total, o STF recebeu mais de 3 mil inscrições para acompanhar o julgamento, sendo 501 profissionais de imprensa, do Brasil e do exterior, credenciados para as datas de análise.

Por segurança, a Praça dos Três Poderes amanheceu cercado por grades. E cerca de uma hora antes do julgamento, agentes da Polícia Judicial fizeram varreduras com cães no STF.

O núcleo 1, chamado de crucial, é composto por:

Até o momento, a previsão é que somente Paulo Sérgio Nogueira acompanhe o julgamento no STF. Os outros réus devem assistir pela TV, pois o julgamento será transmitido. Advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Celso Villardi afirmou que Bolsonaro não vai presencialmente por conta da saúde.

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