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Operação Integration: investigado pede afastamento de juíza; entenda

Por Metrópoles 14/09/2025 14:27
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A Operação Integration continua tendo desdobramentos na Justiça. A coluna Fabia Oliveira descobriu que Darwin Henrique da Silva Filho, dono da Esportes da Sorte, tentou afastar a juíza titular do caso, mas acabou levando a pior.

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O empresário apresentou um pedido chamado de “exceção de suspeição” em face da magistrada. Ele afirmou que a juíza teria perdido a imparcialidade essencial à boa condução do caso.

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Isso estaria evidenciado pelas recusas da profissional quanto à apreciação de pedidos das defesas e por seus posicionamentos contrários aos do Ministério Público. A juíza também estaria, segundo ele, tratando os investigados de forma desigual e mantendo diálogo oculto com o delegado.

Justificativas do investigado

O dono da Esportes da Sorte afirmou à Justiça que a magistrada agiu de forma excessiva, impondo cautelares exageradas e se recusando a apreciar os pedidos dos investigados para revogação das apreensões pessoais e patrimoniais.

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Darwin Filho, dono da Esportes da Sorte

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Darwin Henrique da Silva Filho

Reprodução/Redes sociais3 de 8

O empresário se entregou a polícia nesta quinta-feira (5/9)

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Darwin é suspeito de lavagem de dinheiro em práticas de jogos de azar

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Ele foi preso na Operação Integration, a mesma que autuou Deolane Bezerra pelos mesmos crimes

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Darwin Filho, dono da Esportes da Sorte

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Esportes da Sorte

Divulgação8 de 8

Deolane Bezerra posa com uniforme de site de apostas

Reprodução/Esportes da Sorte

Segundo Darwin Henrique, a própria Procuradoria de Justiça já teria se manifestado favoravelmente ao afastamento da juíza da operação. Os argumentos apresentados pelo colega de investigação de Deolane Bezerra não foram bem recebidos e culminaram na negativa de seus pedidos.

A decisão

O voto ao qual a coluna teve acesso rechaça os argumentos do empresário. A decisão pontua que o Minisério Público pode até influenciar as decisões da juíza, mas ela não tem a obrigação de seguir estritamente o que ele indica. A magistrada teria agido sempre de forma fundamentada e com clareza, apresentando suas decisões e entendimentos com objetividade.

A decisão também é clara ao afirmar que não existem provas de que a juíza da Operação Integration tenha se reunido com o delegado fora do ambiente forense ou tramado com ele para construir provas forjadas contra os investigados.

Por fim, a determinação diz que não existem indícios de que a juíza tenha dado entrevistas ou se manifestado publicamente de modo a expor opiniões pessoais sobre os atos da investigação. Todas as sua manifestações teriam tomado corpo nos documentos do processo.

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