Recentemente, Poliana Rocha abriu o coração quanto a síndrome do ninho vazio que sofreu quando o filho único, Zé Felipe, saiu de casa para morar com a Virginia. Em entrevista à reportagem do portal LeoDias, a psicóloga, Dra. Claudia Melo, explicou as estratégias terapêuticas que podem ajudar a lidar com o vazio emocional e reconstruir a identidade após a saída dos herdeiros de casa.
A esposa de Leonardo afirmou no programa Sensacional, na Rede TV!, no início desta semana: “Eu ficava feliz em ver a realização do meu filho, mas, por outro lado, ficava triste de saber que eu ia ficar sozinha, dele não estar ali, e aquilo gerou um conflito muito grande dentro de mim.”
Veja as fotosAbrir em tela cheia Poliana prestigia show de Zé FelipeReprodução/ Brazil News Poliana Rocha exalta Zé FelipeFoto/Instagram/@Poliana Zé Felipe e Poliana RochaReprodução / Instagram Poliana Rocha compartilha foto amorosa com Zé Felipe.Reprodução: Instagram@poliana
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Para entender o conceito de ninho vazio, a especialista explicou: “Ocorre quando os filhos saem de casa e os pais, especialmente as mães, passam a sentir um profundo vazio emocional. A rotina se transforma, o silêncio da casa se torna marcante e, muitas vezes, surge uma sensação de perda de identidade.”
Entre os sinais mais comuns estão: tristeza prolongada, falta de motivação, solidão, crises de ansiedade, insônia e até sintomas físicos relacionados ao esgotamento.
“Como dizia Carl Rogers, “o bom viver é um processo, não um estado”. Esse momento faz parte de um processo de transição que, embora seja doloroso, também pode abrir espaço para novas formas de viver e ressignificar a própria identidade””, citou.
Quando os filhos saem de casa, a sensação de vazio não é apenas física, é também existencial. Esse sentimento se torna ainda mais intenso quando a mãe não investiu em si mesma, em seus projetos ou em seus sonhos. Quando a identidade está restrita exclusivamente ao papel de cuidadora, a partida dos filhos pode ser vivida como uma perda de sentido.
“Carl Rogers dizia: “Quando olho para as pessoas, sou otimista”. Essa frase nos convida a olhar para além da dor. Mesmo nesse silêncio, existe a possibilidade de reencontro consigo mesma, de resgatar desejos adormecidos e abrir novos caminhos.
Como lidar?
Segundo a profissional de saúde, cultivar planos próprios é essencial. Estudar, viajar, empreender ou criar algo novo são formas de investir em si e construir uma vida com mais autonomia e propósito.
“O autocuidado também é parte importante desse processo: retomar hobbies, cuidar da saúde física e mental e buscar momentos de bem-estar ajudam a reconstruir o equilíbrio emocional”, listou.
Ter uma rede de apoio faz diferença. Conversar com amigos, familiares e trocar experiências com outras mães que vivem o mesmo momento pode aliviar o peso da solidão e trazer acolhimento.
“Assumir novos papéis sociais, como se envolver em causas, trabalhos voluntários ou participar de grupos, pode trazer um novo senso de pertencimento e significado”, aconselhou.
Carl Rogers dizia: “O curioso paradoxo é que, quando me aceito como sou, então posso mudar”. Ao aceitar a dor do ninho vazio, a mãe pode redescobrir a si mesma e iniciar um novo ciclo, onde cuidar de si é tão importante quanto cuidar dos filhos.