As escolas do Acre iniciaram nesta segunda-feira, 20, a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. A mobilização envolve estudantes, professores, gestores e secretários municipais de Educação de todo o estado. As avaliações seguem até o dia 31 de outubro.
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Promovido pelo Ministério da Educação (MEC) e coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Saeb é a principal avaliação externa da educação básica no Brasil. O exame é aplicado em parceria com estados, municípios e o Distrito Federal e tem o objetivo de medir a qualidade do ensino nas redes públicas e privadas.
O público-alvo inclui estudantes do 2º, 5º e 9º anos do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio. Professores, diretores e familiares dos alunos também participam por meio de questionários complementares, que ajudam a traçar um retrato mais completo do contexto escolar.
Os resultados do Saeb são fundamentais para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador que mede a qualidade do ensino no país. A partir desses dados, estados e municípios podem definir estratégias para aprimorar o aprendizado e fortalecer as políticas educacionais.
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Foto: Mardilson Gomes/SEE
O exame, aplicado a cada dois anos, avalia o desempenho dos alunos em língua portuguesa e matemática. Com base nas informações coletadas, é possível identificar avanços, desafios e necessidades de cada escola, além de estimular o aprimoramento técnico e pedagógico das redes de ensino.
Gestora destaca a importância do Saeb
Para Cristina Araújo, gestora da Escola Estadual Ramona de Castro, o Saeb é uma ferramenta essencial para o aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem.
“O Saeb é muito importante para a escola e para a rede de ensino, pois nos permite identificar o nível de domínio dos alunos nas principais habilidades e competências, especialmente em língua portuguesa e matemática. A partir dos resultados, conseguimos ajustar nossas estratégias e melhorar o desempenho dos estudantes”, explicou.
A gestora também destacou que os resultados de edições anteriores servem de base para o planejamento pedagógico. “Eles orientam nossas ações e ajudam a fortalecer o aprendizado, superando as dificuldades que ainda persistem”, completou Cristina.
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