A AstraZeneca lançou o terceiro vídeo da série “Pode Ser HPP”, campanha que traz informação de forma nostálgica ao reunir personagens marcantes do Castelo Rá-Tim-Bum. O objetivo da biofarmacêutica é conscientizar sobre a Hipofosfatasia (HPP) — doença rara, hereditária e multissistêmica que afeta ossos e dentes dos pacientes.
Desta vez, o episódio apresenta um diálogo entre Nino (Cássio Scapin) e Pedro (Luciano Amaral), em uma conversa educativa sobre como a HPP também se manifesta em adultos, provocando sintomas como dor musculoesquelética, fadiga, fraqueza e perda funcional.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Campanha de conscientização HPPReprodução/YouTube Campanha de conscientização HPPReprodução/YouTube Campanha de conscientização HPPReprodução/YouTube
Voltar
Próximo
Leia Também
Saúde
Amiga de atriz da Globo detalha melhora no estado de saúde da atriz, que saiu do coma
Famosos
Amigos e familiares apagam registros com pais de Larissa Manoela
Notícias
Antes de morrer, ator de Pantanal foi flagrado desnorteado por câmera de segurança
Saúde
Amiga de Maidê Mahl atualiza estado de saúde da atriz
A intenção é reforçar, de forma lúdica, a importância de reconhecer os sinais da doença e procurar avaliação médica. Olhar para além do osso é fundamental para mudar a história de vida de pacientes com HPP.
Um dos principais sinais da HPP é quando o exame de sangue mostra níveis baixos da enzima fosfatase alcalina, essencial para a formação dos ossos e dentes, o que pode levar a fraturas recorrentes, perda dentária precoce, dor musculoesquelética e fadiga persistente.
Vale ressaltar que, embora muitas vezes associada à infância, cerca de 80% dos pacientes com HPP registrados mundialmente são adultos que permanecem sem diagnóstico ou tratamento adequado.
Nos adultos, a progressão silenciosa da doença pode causar dor crônica e perda funcional irreversível, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. Estudos mostram ainda que mais de 50% dos adultos com HPP relatam dor muscular, fadiga e limitações importantes, frequentemente confundidas com osteoporose, artrite, pseudogota ou fibromialgia.
É importante destacar que o atraso no diagnóstico chega a 10 anos em adultos e até 24 anos quando os primeiros sintomas surgem na infância. Caso identifique os sinais da condição, busque orientação e indique um endocrinologista ou geneticista.