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No trimestre, desemprego se mantém em 5,6% e repete mínima histórica

Por Metrópoles 31/10/2025 07:27
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A taxa de desemprego no Brasil se manteve em 5,6% no trimestre encerrado em setembro e repetiu a mínima histórica registrada no intervalo terminado em agosto. A variação segue no patamar mais baixo desde 2012, início da série histórica.

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Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (31/10).

Entre os trimestres comparáveis, o desemprego era de 5,8% no trimestre encerrado em junho e de 6,4% no mesmo período do ano passado, de acordo com a Pnad Contínua.

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Segundo a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o nível da ocupação em patamares elevados nos últimos meses, indica a sustentabilidade da retração do desemprego ao longo de 2025”.

Desemprego cai e emprego sobe

A população desocupada (quem não estava trabalhando e procurava por emprego) caiu para o menor patamar da série histórica, recuando 3,3% no trimestre. Em relação ao mesmo período de 2024, recuou 11,8% (menos 809 milhão de pessoas). Ao todo, são 6,04 milhões de desempregados no país.

Do outro lado da balança, a população ocupada (ou seja, em idade apta para trabalhar) se manteve estável, com 102 milhões de pessoas empregadas, enquanto o nível da ocupação ficou em 58,7%. Já o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,229 milhões.

A taxa de subutilização (13,9%) é a mais baixa da série histórica da Pnad Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,535 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.

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Força de trabalho potencial

A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge: 13,8 milhões.

Já a população desalentada (quem desistiu de procurar emprego devido à dificuldade em encontrá-lo) caiu para 2,637 milhões, depois de ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021.

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