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POLICIAL

Operação contra jogos ilegais prende três e atinge influenciadora no Acre

Por Cris Menezes 15/10/2025 09:33 Atualizado em 15/10/2025 09:33
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Operação da Polícia Civil do Acre resultou em três prisões e sequestro de R$ 1 milhão em bens e valores. Foto: Emerson Lima/ PCAC

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Fazendários (DEFAZ), realizou na manhã desta quarta-feira (15) uma nova etapa da Operação Hunter Tiger. A ação cumpriu três mandados de prisão e determinou o bloqueio de bens e valores estimados em R$ 1 milhão.

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A operação é um desdobramento de investigações iniciadas em dezembro de 2024, que apuram crimes como lavagem de dinheiro, organização criminosa, sonegação fiscal, exploração de jogos de azar e realização irregular de rifas.

Dois dos presos nesta fase já eram investigados e foram detidos por descumprir medidas judiciais, ao continuar divulgando links e plataformas de jogos de azar não autorizados pelo Ministério da Fazenda. O terceiro alvo, uma influenciadora digital, foi incluída pela primeira vez na operação, sob suspeita de atuar na promoção e divulgação desses mesmos sites ilegais.

Policiais civis da DEFAZ durante cumprimento de mandados em Rio Branco na nova fase da Operação Hunter Tiger. Foto: Emerson Lima/ PCAC

Além das prisões, a polícia realizou o sequestro de valores e bens ligados aos investigados, com o objetivo de impedir a movimentação de recursos obtidos por meio das atividades ilícitas.

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Em nota, o delegado titular da DEFAZ, Igor Brito, reforçou a importância da operação:
“Esta nova etapa da Hunter Tiger demonstra o empenho da Polícia Civil em interromper as atividades de grupos que insistem em burlar a legislação e causar prejuízos ao erário público. A continuidade da investigação permitiu identificar novos envolvidos e responsabilizar aqueles que desrespeitaram determinações judiciais.”

As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes do esquema e rastrear valores movimentados em contas e plataformas digitais utilizadas na operação ilegal.

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