Um incêndio de grandes proporções destruiu na tarde desta quarta-feira (22/10) o barracão de alegorias, adereços e fantasias da Unidos do Jacarezinho, localizado na Via Binário do Porto, no bairro Santo Cristo, Zona Portuária do Rio de Janeiro. O Corpo de Bombeiros conseguiu controlar as chamas no final da tarde, e felizmente não houve registro de feridos.
O local ficou totalmente destruído, sem qualquer material aproveitável para os preparativos do próximo carnaval. A Defesa Civil já iniciou a perícia para investigar a causa do incêndio e elaborar um laudo técnico. O presidente Mattheus Gonçalves se manifestou, lamentando o ocorrido e agradecendo o acolhimento após o incidente.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Incêndio atingiu galpões de escolas de samba na Zona Portuária do Rio de JaneiroFoto: Betinho Casas Novas/Globo Incêndio atingiu galpões de escolas de samba na Zona Portuária do Rio de JaneiroFoto: Érica Martin/Agência O Dia Incêndio atingiu galpões de escolas de samba na Zona Portuária do Rio de JaneiroFoto: Érica Martin/Agência O Dia Incêndio atingiu galpões de escolas de samba na Zona Portuária do Rio de JaneiroFoto: Érica Martin/Agência O Dia
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“Todo o projeto já iniciado no barracão de alegorias, adereços e fantasias para o Carnaval de 2026, no qual a escola retornará à Marquês de Sapucaí após doze anos, foi perdido. A agremiação agradece pelo apoio e solidariedade recebidos de todas as agremiações co-irmãs, em especial aos dirigentes da Liga RJ, que se fizeram presentes no local prestando toda a ajuda necessária desde o início do ocorrido. A Unidos do Jacarezinho se solidariza com a coirmã Acadêmicos do Vigário Geral nesta enorme perda. No momento, não temos como estimar os prejuízos dos materiais de alegorias, fantasias e esculturas perdidos”, disparou Mattheus.
Karen Lopes, rainha de bateria, conversou com o portal Leo Dias e, bastante abalada, declarou: “Perdemos tudo, não sobrou nada. Já estávamos caminhando bem e tínhamos avançado bastante na produção. É um dia muito difícil para nós, ainda nem conseguimos mensurar a perda. Sabemos que muita coisa estava feita e organizada, mas tudo foi perdido. Parece que levei um soco no estômago. Foi muita luta e muito suor, mas a comunidade segue firme. Somos uma escola de comunidade e seguimos com a força deles. Uma escola sofrida, mas com muita garra! E fico feliz por todo o carinho que estamos recebendo de outras escolas. Vamos seguir firmes, com a fé da comunidade!”