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ENTRETENIMENTO

“Vale Tudo”: Fátima rejeita o filho, decide entregá-lo para adoção e Raquel se revolta

Por Portal Leo Dias 16/10/2025 10:26
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A nova versão de “Vale Tudo” continua provocando o público ao atualizar seus conflitos clássicos com novas nuances. No penúltimo capítulo, Fátima (Bella Campos) tomará uma decisão impactante: após dar à luz Salvadorzinho, fruto de sua relação com César (Cauã Reymond), a jovem anuncia que não pretende criar o bebê e que vai entregá-lo para a adoção — e tudo indica que vai largar a criança com a mãe, Raquel (Taís Araujo), para seguir sua busca por status e ascensão social.

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Desde o início da gestação, Fátima demonstrou desprezo pela maternidade. Mesmo trabalhando em uma padaria durante os últimos meses de gravidez, jamais criou vínculo com o bebê. O parto acontece de forma repentina, no último dia antes da licença, e a criança nasce saudável.

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Raquel, apesar das mágoas acumuladas pela postura da filha, cumpre o que prometeu: acolhe Fátima e o neto em sua casa — a mansão onde vive com Ivan (Renato Góes). Mas não demora para a empresária perceber que a filha quer se livrar da responsabilidade. Fátima chega a cogitar entregar o menino para adoção, deixando Raquel em choque. “Você quer entregar o meu neto para a adoção?”, reage a empresária, incrédula.

No entanto, ao perceber a resistência da mãe e a estrutura disponível na nova casa, Fátima muda de plano. Em vez de adoção formal, ela simplesmente se afasta do bebê, deixando-o sob os cuidados de Raquel enquanto volta a investir nos próprios interesses — deixando claro que maternidade não faz parte de seus objetivos.

A reviravolta ecoa um dos momentos mais polêmicos da versão original de 1988, quando Fátima tenta vender o filho por 25 mil dólares, sendo impedida pela mãe. A sequência escandalizou o país e entrou para o imaginário coletivo da teledramaturgia brasileira. No remake, Manuela Dias opta por suavizar o conflito, removendo o elemento criminoso, mas mantendo o impacto emocional e moral da rejeição materna.

A nova Fátima pode não vender o filho — mas também não assume nenhum laço afetivo com ele. Já Raquel, como em 1988, volta a ser o eixo moral da história: firme, acolhedora e disposta a cuidar de um neto que a filha parece não querer.

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