Durante o evento BODY, em São Paulo, Astrid Fontenelle conversou com a repórter Mônica Apor, do portal LeoDias, sobre o significado de ter recebido o Prêmio Preta Gil na categoria Comunicadora. A apresentadora também compartilhou suas reflexões sobre envelhecer com autenticidade e cuidar de si com leveza e humor.
Ao comentar o reconhecimento com o prêmio que leva o nome de Preta Gil, Astrid destacou a importância de preservar o legado e a memória da artista, celebrada no evento por sua trajetória inspiradora. “A importância da gente manter a memória viva. É sobre isso. A Preta é uma artista musical também, né. Então a gente tem a obra dela. A gente escuta a obra dela. Mas é bom a gente reverberar a fala da Preta. O pensamento de Preta. Isso é a memória dela. E nós somos essa água que tem que regar. Esse prêmio vai morar em um lugar muito especial na minha casa.”
Veja as fotosAbrir em tela cheia Reprodução Reprodução Instagram Astrid Fontenelle de blusa preta e cabelo solto posando em frente ao um pianoReprodução
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Em seu painel, Astrid trouxe à tona uma reflexão franca e bem-humorada sobre o processo de envelhecer. “Envelhecer é legal. Porque não envelhecer, é ruim. Mas também é uma merda envelhecer. O joelho vai doer, a vista vai cansar, tem uma questão de audição também que eu estou descobrindo agora… mas como a outra alternativa não faz parte dos meus planos a curto prazo, eu arrumei um jeito de lidar com isso”, disse, destacando a importância da autoestima e do respeito ao próprio tempo.
A apresentadora ainda comentou sobre a decisão de assumir os cabelos grisalhos como símbolo de liberdade e aceitação. “Por isso que eu não tive medo de deixar meu cabelo grisalho. É a história que eu conto. Agora, não é pra todo mundo. Cada um tem a sua regra. O cabelo branco realmente envelhece, mas por conta disso tem que andar maquiada, arrumadinha, não pode andar de pijama em casa. Então são tantos fatores… se espelhe em mulheres mais velhas que você respeite e olhe pra você mesma com paciência, com amorosidade.”
Com seu tom característico, Astrid também abordou de forma direta e sem tabus a vida sexual após a menopausa, destacando que o desejo pode ser recuperado com o tempo e o autocuidado. “Piora e depois melhora. Por conta da menopausa, porque um dos 200 sintomas é perder a libido. Mas quando passa essa fase, as coisas vão voltando. Cuidar da libido é um negócio bem importante. Muito importante. Então, não tem namorado, brinca sozinha.”