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Como o Planalto recebeu resultado da pesquisa Quaest sobre Lula

Por Metrópoles 12/11/2025 09:26
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Integrantes do Palácio do Planalto minimizaram o resultado da nova pesquisa Genial/Quaest sobre o desempenho do governo Lula divulgada nesta quarta-feira (12/11).

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Segundo o levantamento, o desempenho de Lula se manteve estável. Entre outubro e novembro, a aprovação do petista oscilou de 48% para 47%.  Já a desaprovação foi de 49% por 50%.

Auxiliares do presidente Lula ressaltam que a “estabilidade” já era esperada. Para essas fontes, o resultado não foi ruim porque as oscilações ficaram dentro da margem de erro.

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O presidente Lula em evento pré-COP30

Ricardo Stuckert / PR2 de 3

O presidente Lula em evento pré-COP30

Ricardo Stuckert / PR3 de 3

Ricardo Stuckert / PR

A aposta de assessores de Lula é de que o governo deve conseguir reverter a impressão negativa da população em relação às falas do petista sobre a megaoperação no Rio de Janeiro.

Segundo a pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira, 57% dos entrevistados pelo levantamento discordaram do presidente da República, que classificou a ação como “desastrosa”.

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A estratégia do Planalto agora será destacar que o governo enviou ao Congresso Nacional duas propostas voltadas à segurança pública e comparar a atual gestão com a de Jair Bolsonaro (PL).

O governo pretende ainda reforçar o discurso de que, enquanto Guilherme Derrite (PP-SP) tentou retirar poderes da Polícia Federal, a gestão petista deu autonomia ao órgão para investigar criminosos.

Planalto comemora percepção sobre preço dos alimentos

Entre os diversos recortes da pesquisa, auxiliares de Lula no Planalto comemoraram a melhora na percepção de que houve um recuo nos preços dos alimentos, apontada no levantamento.

Segundo a pesquisa, o número de brasileiros que acredita que os preços nos mercados subiram caiu para 58% em novembro, uma redução de cinco pontos em relação ao levantamento de outubro.

A expectativa de assessores de Lula é que a popularidade do petista volte a crescer no fim do ano, sobretudo após a aprovação do aumento da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

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