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Direita quer debates e ida a El Salvador antes de votar PL Antifacção

Por Metrópoles 13/11/2025 05:26
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Governadores e parlamentares de direita propuseram ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), realizar audiências públicas e até levar uma comitiva a El Salvador, antes de a Casa votar o PL Antifacção.

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A proposta da viagem ao país da América Central foi sugerida pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), durante reunião com Motta e outros governadores na tarde de quarta-feira (12/11), na Câmara.

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Nayib Bukele, presidente de El Salvador

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Alex Peña/Getty Images2 de 5

O presidente Nayib Bukele na comemoração de 6 anos no comando de El Salvador

Getty Images / Arquivo 3 de 5

O secretário de Segurança de SP, Guilherme Derrite

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Guilherme Derrite retirou do texto trechos que reduziam autonomia da PF

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, participou de entrevista no Contexto Metrópoles, nesta quarta-feira

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES

Zema sugeriu que uma comitiva de governadores e deputados viajem a El Salvador para ver o modelo implementado por Nayib Bukele, que, ao assumir a presidência do país, decretou estado de exceção e travou uma guerra contra gangues.

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A ideia do governador mineiro, de acordo com relatos, é que a comitiva embarque em uma quinta-feira à noite e fique em El Salvador até o fim de semana. Apesar da ideia dada por Zema na reunião, a viagem não tem data para acontecer.

Debates na terra de Motta e Derrite

Já as audiências foram sugeridas pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ). Ele defendeu debates na Paraíba e em São Paulo, estados de Motta e do relator do projeto, Guilherme Derrite (PP-SP), respectivamente.

Como revelou a coluna, a proposta do líder é para que a Câmara faça audiências nas cinco regiões do país, ouvindo governadores, prefeitos, secretários de Segurança Pública, OAB, universidades, Judiciário e o governo federal.

Por causa dos debates, Sóstenes sugeriu a Motta que adiasse a votação do PL Antifacção para dezembro. O presidente da Câmara, entretanto, não atendeu ao pedido e adiou a votação apenas para a próxima terça-feira (18/11).

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