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Gaza: cessar-fogo completa um mês com 271 palestinos assassinados

Por Metrópoles 11/11/2025 02:27
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O cessar-fogo na Faixa de Gaza completou um mês nessa segunda-feira (10/11). No entanto, mesmo com o acordo firmado com Israel, ao menos 271 palestinos foram assassinados, de acordo com o grupo terrorista Hamas.

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“Entre os mártires, estavam 107 crianças, 39 mulheres e 9 idosos — o que significa que 58% eram crianças, mulheres e idosos — refletindo a política contínua da ocupação de assassinato sistemático contra civis desarmados”, disse o grupo em nota.

Cessar-fogo

O acordo de paz, mediado por Estados Unidos, Egito, Catar e Turquia, entrou em vigor no dia 10 de outubro. Mesmo após o cessar-fogo, Israel promoveu ataques no território palestino.

 

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Fumaça sobe sobre a Cidade de Gaza após um ataque israelense, visto de Nuseirat

Khames Alrefi / Anadol / Getty Images2 de 7

Palestinos segurando panelas

Majdi Fathi/NurPhoto via Getty Images3 de 7

Cidade de Gaza

Khames Alrefi/Anadolu via Getty Images4 de 7

Uma organização de caridade distribuiu alimentos para palestinos que enfrentam sérias dificuldades no acesso a necessidades básicas devido ao bloqueio e às operações militares contínuas de Israel na Faixa de Gaza, em 24 de julho de 2025

Ali Jadallah/Anadolu via Getty Images5 de 7

Centro da Cidade de Gaza – 01 de dezembro de 2024

Reprodução/Google Earth6 de 7

Destruição após os ataques israelenses a uma casa pertencente à família Sabit no Campo de Refugiados de Al-Maghazi, localizado no centro de Gaza

Hassan Jedi/Anadolu via Getty Images7 de 7

Palestinos na Faixa de Gaza

Hani Alshaer/Anadolu via Getty Images

 

Segundo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, os ataques ocorreram após o Hamas descumprir o cessar-fogo. A Força de Defesa de Israel (FDI) alega que terroristas descumpriram cláusulas do acordo e atacaram soldados israelenses.  O grupo islâmico nega qualquer violação.

“As entregas de ajuda efetivas não ultrapassaram 40% da quantidade acordada — menos de 200 caminhões por dia no primeiro mês —, enquanto as remessas comerciais constituíram 60%, parte das quais foi registrada falsamente como ajuda humanitária”, informou o Hamas.

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