Durante o evento BODY, a apresentadora, repórter e influenciadora digital Mari Gonzalez conversou com Mônica Apor, do portal LeoDias, sobre um dos temas mais íntimos e atuais de sua vida: o congelamento de óvulos. Aos 31 anos, ela anunciou o início do processo como uma forma de preservar a fertilidade e conquistar mais liberdade sobre o próprio tempo.
“Eu congelei e venho pensando bastante nisso. Achei que foi muito importante compartilhar, porque muitas mulheres têm essa dúvida — inclusive era uma dúvida que eu tinha, acompanhando outras mulheres. E eu decidi congelar por liberdade mesmo. Ter o meu momento, a minha escolha, saber a hora certa pra mim. Eu acho que isso diminui muito a pressão”, contou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Mari GonzalezFoto: Reprodução/Instagram @marigonzalez Mari GonzalezFoto: Reprodução/Instagram @marigonzalez
Mari GonzalezFoto: Reprodução/Instagram @marigonzalez
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Mari explicou que a principal motivação foi a qualidade dos óvulos, que tende a diminuir com a idade, mas também o desejo de garantir mais autonomia sobre suas decisões. “A mulher sofre essa pressão, a gente tem realmente ali uma data limitante. Então eu quis por liberdade, por poder tomar minha própria escolha, e eu acho que foi a melhor decisão. Foi importante”, afirmou.
A influenciadora tem documentado toda a sua jornada nas redes sociais — desde a primeira consulta até a aplicação das injeções hormonais —, recebendo mensagens de apoio e carinho do namorado, o cantor Pipo Marques. “Assim, eu quero tentar natural, mas eu tenho ali o óvulo como garantia. Ainda estou muito recente no meu relacionamento, um ano e pouco… eu até entendo a expectativa das pessoas, querem saber da nossa história, eu entendo. Mas ainda está um pouco cedo”, disse.
O gesto de dividir essa experiência tem inspirado outras mulheres a considerarem o congelamento de óvulos como um ato de autoconhecimento e planejamento. Celebridades como Carla Diaz, Juliette, Paolla Oliveira e Mariana Ximenes também já falaram publicamente sobre o tema, ampliando o debate sobre liberdade reprodutiva e o direito feminino de escolher o próprio tempo.