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Polícia Civil do Acre realiza palestra sobre crime organizado para a Polícia Nacional da Bolívia e reforça cooperação na fronteira

Por Cris Menezes 01/11/2025 15:05
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Integração entre forças policiais do Brasil e Bolívia reforça combate ao crime na fronteira. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC) ministrou uma palestra com o tema “Organização Criminosa” para integrantes da Polícia Nacional da Bolívia, na última sexta-feira, 31, em um encontro voltado ao alinhamento de informações de inteligência e ao fortalecimento do combate à criminalidade organizada na fronteira entre Brasil e Bolívia.

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A iniciativa faz parte da estreita cooperação entre as forças policiais dos dois países, que já tem rendido resultados expressivos, como a elucidação do homicídio do professor Régis e a entrega de diversos foragidos da justiça brasileira pelas autoridades bolivianas.

O evento reuniu altos oficiais da Polícia Nacional da Bolívia que atuam no Departamento de Pando, além de membros da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC) e do Grupo Delta, unidade especial de resposta rápida. Durante a palestra, foram discutidos aspectos operacionais e estratégicos relacionados à atuação das organizações criminosas transnacionais, destacando-se a importância do compartilhamento de informações e da integração entre as forças de segurança.

Delegados do Acre e oficiais bolivianos durante palestra sobre crime organizado em Cobija. Foto: cedida

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou o compromisso do governo do Estado no enfrentamento à criminalidade na região de fronteira. “A gestão do governador Gladson Camelí tem se comprometido com o combate ao crime organizado, em especial na atuação das facções na fronteira, havendo grande troca de informações entre a Polícia Civil e a Polícia Nacional da Bolívia”, destacou o delegado-geral.

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O delegado de Polícia Civil e diretor de Inteligência, Nilton César Boscaro, reforçou a relevância da integração entre as forças policiais dos dois países para conter o avanço das facções. “A atuação das organizações criminosas afeta diretamente a segurança da fronteira dos dois países, sendo extremamente necessária essa permanente troca de informações de inteligência, o desencadeamento de operações e as atuações conjuntas nas investigações criminais”, enfatizou Boscaro.

A PCAC reforça que seguirá fortalecendo a cooperação internacional com as autoridades bolivianas, visando garantir mais segurança à população fronteiriça e enfraquecer as estruturas das organizações criminosas que atuam na região.

Via Secom

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