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STF determina que Anderson Torres retire tornozeleira eletrônica

Por Metrópoles 25/11/2025 17:27
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Preso nesta terça-feira (25/11), após o trânsito em julgado do processo que o condenou a 24 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres retirou a tornozeleira eletrônica após ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Torres, que também foi secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, usava o equipamento desde 2023.

A desvinculação da tornozeleira é procedimento padrão, uma vez que Anderson Torres já está preso.

O ex-ministro do governo Bolsonaro vai cumprir pena no 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como Papudinha, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em São Sebastião (DF).

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Anderson Torres, ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça, prestou depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro em fevereiro deste ano

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Preso em escritório

Anderson Torres estava no escritório do advogado dele, Eumar Novacki, no Lago Sul (DF), quando foi preso. A Polícia Federal (PF) foi à casa do ex-ministro, no Jardim Botânico (DF), e não o encontrou lá.

A defesa de Torres se manifestou sobre a prisão. Em nota à imprensa assinada pelo advogado Eumar Novacki, a defesa diz que ele aceitou “com serenidade” a determinação da prisão.

Segundo o advogado, ele estava no escritório discutindo “a apresentação de recurso, cujo prazo final é o dia 3 de dezembro, quando recebeu a notícia da antecipação do trânsito em julgado e imediatamente, decidiu se apresentar no local designado para o cumprimento da pena”.

“[Anderson Torres] lamenta que as inúmeras provas que demostram não estar envolvido, direta ou indiretamente, com qualquer tentativa de golpe de Estado, tenham sequer sido consideradas na decisão que o condenou a uma pena duríssima de 24 anos de prisão”, encerra a defesa.

Torres chegou à Papudinha por volta das 16h. Um dia antes, o ex-secretário de Segurança Pública do DF havia pedido ao STF para cumprir a eventual pena na Superintendência da PF, em Brasília, ou no Batalhão de Aviação Operacional (Bavop) da PMDF. A solicitação não foi aceita.

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