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Adeus, Brigitte Bardot! Relembre os filmes icônicos da lenda do cinema

Por Metrópoles 28/12/2025 12:26
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A estrela do cinema mundial Brigitte Bardot morreu aos 91 anos. A informação foi confirmada neste domingo (28/12) pela fundação que leva seu nome e é dedicada à proteção dos animais. Ícone absoluto do cinema francês, Bardot atravessou gerações com seu talento inconfundível, beleza marcante e atitude ousada.

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Dona de cabelos loiros e um olhar hipnotizante, B.B., como era carinhosamente chamada, se consolidou como um símbolo sexual nas décadas de 1950 e 1960. A atriz encerrou sua carreira artística em 1973, e estrelou em mais de 50 filmes.

Brigitte Bardot deixa legado eterno no cinema

Brigitte Anne-Marie Bardot nasceu em Paris e começou a carreira ainda na adolescência. Aos 15 anos, estampou a capa da revista Elle, em 1950. O destaque como modelo a levou a ser convidada para fazer as audições do filme Les Lauriers sont coupés, dirigido por Marc Allégret. O longa nunca saiu do papel, mas rendeu importantes contatos para a aspirante à estrela.

Brigitte Bardot fez seu papel de estreia no filme E Deus Criou a Mulher

Foi durante essa fase que ela conheceu o cineasta Roger Vadim, com quem se casou em 1952. O papel de estreia nos cinemas veio em 1956 com E Deus Criou a Mulher, dirigido pelo então marido. No filme, Bardot interpreta Juliette, uma jovem órfã de espírito livre e sedutor.

A performance consagrou Brigitte como uma das mulheres mais desejadas da história do cinema. Uma cena icônica, em que a atriz dança descalça sobre uma mesa é lembrada, até hoje, como uma das mais sensuais do cinema europeu.

Brigitte Bardot foi responsável por popular o biquíni, em 1956

Outros papéis de destaque

O sucesso abriu caminho para diversos papéis marcantes. Em O Repouso do Guerreiro (1962), Bardot interpreta Geneniève Le Theil ao lado de Robert Hossein. A trama narra a história de uma estudante que salva a vida de um alcoólatra suicida, que se torna uma ameaça na vida da protagonista.

Um ano depois, em 1963, ela protagonizou O Desprezo, com direção de Jean-Luc Godard — um clássico que marcou sua carreira com uma crítica ao sistema de produção hollywoodiano da época.

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Brigitte Bardot em 1950

Herbert Dorfman/Corbis via Getty Images2 de 5

Brigitte Bardot com um lobo em um ensaio de fotos

Bernard Bisson/Sygma via Getty Images3 de 5

Brigitte Bardot tinha uma conexão especial com o Brasil

Prefeitura de Búzios.4 de 5

Brigitte Bardot em Búzios

Prefeitura de Búzios.5 de 5

Imagem de Brigitte Bardot no filme Shalaco, de 1968

Despedida das telonas

Em 1973, o filme Se Don Juan Fosse Mulher marcou o fim da trajetória da atriz no cinema. A partir de então, Bardot passou a se dedicar integralmente ao ativismo em defesa dos animais. Um dos casos mais emblemáticos ocorreu em 1977, quando ela viajou até o Ártico para chamar atenção para a proteção de filhotes de foca.

Décadas depois, em 2017, seu nome voltou aos créditos em Maria Callas — Em Suas Próprias Palavras, documentário sobre a vida da lendária soprano. Bardot aparece em imagens de arquivo que reforçaram sua relevância cultural e artística.

Brigitte Bardot

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