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Flávio e Eduardo comemoram vitória de aliado de Trump em Honduras

Por Metrópoles 24/12/2025 20:27
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) celebraram nesta quarta-feira (24/12) a vitória de Nasry Asfura, candidato conservador do Partido Nacional e aliado de Donald Trump, na eleição presidencial de Honduras. Para os parlamentares brasileiros, o resultado fortalece a direita na América Latina e representa uma derrota ao socialismo.

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Flávio Bolsonaro escreveu nas redes sociais: “Meus cumprimentos ao presidente eleito de Honduras, Nasry Asfura. O povo hondurenho fortalece o movimento da direita na América Latina e diz não ao Foro de São Paulo. Que Deus ilumine os passos do novo governo.”

Meus cumprimentos ao presidente eleito de Honduras, Nasry Asfura (@titoasfura ).

O povo hondurenho fortalece o movimento da direita na América Latina e diz não ao Foro de São Paulo. Que Deus ilumine os passos do novo governo. pic.twitter.com/4s3ufhbMlM

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— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) December 24, 2025

Eduardo Bolsonaro também parabenizou o presidente eleito. “Parabéns ao Presidente eleito de Honduras, Nasry Asfura. O povo hondurenho derrotou a candidatura de esquerda, apoiada por Zelaya, e disse não ao socialismo, seguindo a tendência à direita da América Latina.”

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O senador Flávio Bolsonaro (PL)

Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova2 de 5

Flávio fala com a imprensa

Luis Nova/Metrópoles3 de 5

O deputado Eduardo Bolsonaro

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Eduardo Bolsonaro

Reprodução/X5 de 5

Nasry Asfura, presidente eleito em Honduras

Reprodução

Eleições em Honduras

A eleição em Honduras foi realizada em 30 de novembro, mas a divulgação oficial do vencedor só ocorreu nesta quarta, após semanas de atrasos, problemas técnicos e denúncias de fraude.

Segundo o órgão eleitoral (CNE), Asfura obteve 40,3% dos votos, superando por pequena margem o candidato de centro-direita do Partido Liberal, Salvador Nasralla, que recebeu 39,5%. A apuração exigiu a contagem manual de cerca de 15% das atas de votação.

O candidato do Partido Nacional, filho de palestinos e já citado nos “Pandora Papers”, foi prefeito de Tegucigalpa e se apresentou como um político pragmático, focado em emprego, educação, segurança e infraestrutura. Durante a campanha, sinalizou que poderia realinhar a política externa de Honduras, aproximando-se de Pequim em vez de Taiwan.

Após a confirmação da vitória, Asfura escreveu em suas redes sociais: “Honduras: estou pronto para governar. Não vou decepcionar vocês.” Ele substituirá Xiomara Castro, presidente desde 2021, que devolveu a esquerda ao poder após 12 anos de governos conservadores.

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