A jornalista e musa da Grande Rio, Gardênia Cavalcanti, conversou com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, na Cidade do Samba e comentou sobre os desafios físicos e a preparação para os desfiles. Ela também destacou a emoção de representar a escola em um ano que considera ainda mais especial.
Gardênia contou que, mesmo antes do desfile oficial, já enfrenta o impacto das longas horas de ensaio: “O vestidinho hoje está machucando, então eu já coloco um band-aid no pé, eu já passo hidratante”, afirmou.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Gardênia Cavalcanti.Reprodução: portal LeoDias Gardênia Cavalcanti.Reprodução: portal LeoDias Gardênia Cavalcanti.Reprodução: portal LeoDias ALERJ concede Medalha Tiradentes para a jornalista Gardênia CavalcantiDivulgação ALERJ concede Medalha Tiradentes para a jornalista Gardênia CavalcantiDivulgação
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Segundo ela, o ideal é desfilar com uma sandália própria para aguentar o ritmo intenso: “O ideal é vir com a sandália apropriada e hoje eu não estou. Geralmente, a sandália do dia do desfile, do dia do ensaio técnico, é uma sandália encomendada especialmente para aguentar esse tranco, toda acolchoada e tal. Hoje eu estou com uma sandália normal porque é um mini desfile”, disse.
Por isso, ela já sabe o que a espera no dia seguinte: “Amanhã vou estar cheia de esparadrapo e pé sangrando, com certeza. A gente sempre machuca alguma coisa”, relatou. Gardênia lembrou ainda que, no último Carnaval, sua fantasia provocou diversos cortes: “Por exemplo, a minha fantasia daquele ano, toda de espelho, eu saí toda machucada”.
Para ela, os desconfortos fazem parte do compromisso com a escola: “Eu acho que é o preço que se paga, é o amor pela escola, é o amor para mostrar o espetáculo”, disse. Este ano, a musa acredita que a energia virá ainda mais forte, especialmente pelo enredo da Grande Rio: “Esse ano eu acho que tem um ‘quê’ a mais, porque a Grande Rio canta ‘A Nação do Mangue’. Eu morei 17 anos em Recife. Fui abraçada com todo o amor, todo carinho, vendo aí a simbologia e toda a história contada daquela terra tão linda. Eu sempre falo: a terra dos altos coqueiros. Eu acho que esse ano o gás vem mais forte ainda, né?”.